João Conta: De volta ao Passado
Dormimos na casa de Leet naquela noite. No dia seguinte procuramos saber onde era o laboratório de Erika, quando por fim descobrimos, já era tarde e resolvemos passar mais uma noite lá, Tostes parecia muito feliz com seu braço no lugar, embora estivesse trabalhando como um condenado para nosso conforto.
No dia seguinte [2] fomos até o Lab. de Erika, chegando lá, Erika nos recebeu muito bem, e concordou em nos ajudar desde que déssemos uma parte de Mazza para pesquisa. Concordamos na hora, e pensamos três vezes se não deveríamos matar Mazza, e torna-lo em uma árvore de frutos infinitos e abrir um Hortifruit, por fim decidimos que a vida de nosso amigo era mais importante, também, ele só dava 1 fruta por dia, e não iríamos lucrar muito...
E Erika nos mostrou uma incrível maquina removedora-de-espíritos-invasores, ficamos realmente impressionados, mais ainda quando descobrimos que a Maquina funcionava a pilha, e o mais incrível, não tinha pilhas lá na hora.
- Droga! onde deixei as pilhas? - disse Erika - Ai Ai Ai, Não consigo me lembrar... Lucas, João, vocês poderiam usar minha máquina do Tempo e ver onde deixei as pilhas?
- Claro ué - respondi
Quando estávamos entrando na máquina Erika advertiu:
- Em hipótese alguma mudem o passado... isso mudara o futuro drasticamente.
-Ok!
De repente um raio nos cortou. E Lucas caiu na alavanca passando de "30 minutes" para "15 years" Ao cair do lado de Erika na rua do colégio, percebemos que poderíamos acabar com tudo de mal que nos acontecera, mas Erika do futuro não deixaria, então, decidimos perguntar para Erika do passado se ela sabia operar a maquina.
-Erika! Venha cá filha...
Mas Erika ao ver nos, se assustou e saiu correndo percebemos que não estavamos jovens, e Erika não nos reconhecera, resolvemos correr atrás dela para explicar a situação. Ao ver nos correndo atrás dela, Erika ficou mais desesperada e entrou numa ruela, onde eu sabia, que havia uma gangue punk, que nos espancou, e Erika ficou muito agradecida, e começou a conversar com um dos membros.
De repente entramos no tunél do tempo de novo, e vimos uma guerra que em nossa historia nunca chegou a ocorrer, a guerra pela água, pois Erika inventara a água em laboratório, caímos no meio do exercito Brasileiro, vimos Tostes, piloto, correndo desesperadamente para seu avião, ainda inteiro, mas um tiro atravessou sua cabeça e ele morreu.
Perguntamos a um dos soldados:
- Amigo, o que aconteceu com Erika? Ela não inventou água em laboratório?
- Hahaha, isso é uma boa piada amigo, eu sei quem você é, João, estudamos juntos, Mazzarella, lembra? Se aquela Ganguester tivesse inventado água em laboratório... eu teria conhecido Chester... mas por causa da guerra ele morreu... por isso me alistei. Argh!!
Nesse momento um míssil atingiu mazza sobrando apenas o braço de nosso amigo. Percebemos então o que tínhamos feito. Erika inventara a água em laboratório no 1º Ano do ensino médio, quando Mazza iria conhecer Chester, nos tínhamos feito ela sair do caminho do susseço e se unir a uma gangue punk iniciando a guerra, e matando milhares de pessoas, nossos amigos e familiares, mas é... não adianta chorar o leite derramado.
Tínhamos que encontrar Erika, que era foragida da justiça por roubo de carros, assalto a mão armada e homicídio. É seria fácil.
-João! - Disse Lucas - nos já fizemos a merda! podemos consertar algo!
- O que? - perguntei
- Podemos... evitar a construção do Poste...
- Lucas, o mundo acabando, e você preocupado com um objeto inanimado?
De repente, um cara que mais parecia o Rambo passou na nossa frente, era... Bob em sua adolescência!
- Não vou deixar levarem a água do meu país!! UAHHHHHHH!
Correu, imponente aos tiros e mísseis e matou todos do exército oposto.
- Caraca! é muito bom ter Bob conosco! - disse Jorge
- Jorge!!
- João! Lucas!? Mas vocês morreram à três anos!
Percebemos então que a merda que fizemos era maior do que previmos, a morte dos outros é uma coisa, a nossa é outra, e até Lucas concordou que achar Erika o mais rápido possível e voltar ao presente era prioridade máxima.
- Po! A gente? que nada...
- João... eu fui no enterro do que sobrou de vocês..
- ahh.. é?
Bom, pelo menos, não precisávamos temer sermos mortos pela homicida psicopata que procurávamos, estávamos mortos mesmo.
TO BE CONTINUED
domingo, 30 de setembro de 2007
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Capitulo 13 (ESPECIAL A LA TOSTES!)
Tostes Conta: Nova vida no Canadá
Voltei ao Canadá depois de ser queimado vivo no acidente de avião, acho que é apenas impressão, mas quando estou com João e Lucas, tenho muito azar, acho que eles são amuletos de má sorte, mas isso é coisa da minha cabeça (será?).
Cheguei a casa de Leticia, ela me olhou com uma cara maligna, e eu disse:
- Leet, preciso mais uma vez de cuidados médicos..
- Ahh mas você está óóótimo, tirando todas essas milhares de queimaduras de 3º, 4º e 5º Grau nem da para perceber que você caiu de um avião, se quiser ficar aqui terá de trabalhar também.
- ma-a-s, da última vez...
- Da última vez você estava com a perna destruída, iria atrapalhar.
quando ela disse isso, um empregado estava passando de muleta, e gritou:
- Ei! Eu não tive isso quando machuquei a perna! e foi em serviço!
Leet sacou uma pistola e deu-lhe um tiro no joelho e disse:
- Agora pode ter folga...
- Arrghh.. Ah.. Ah.. Caralho... O...Obrigado... Urgh...
Vários homens sairam correndo e retiraram o empregado ferido do chão, e limparam o sangue, e ao julgar pela cena, achei melhor não discutir mais com Leet.
Tirando as risadas maléficas que vinham do quarto ao lado, de Leet, e do casal que dividia o quarto comigo, a noite foi calma.
[dois dias depois]
Não aguento mais trabalhar, estou lavando essa louça, como uma pessoa sozinha, pode produzir tanto entulho, caraca, dinheiro envenena, podes crer, eu provei em outro dia ae, não sei se era o sistema secreto de segurança de Leet, mas quando peguei a grana pra ir num "Bar" próximo quase morri.
- Tooostes queriidooo! Preciso que você vá na rua urgente comprar pão!
Bom qualquer coisa era melhor do que a louça, e a padaria era no final da nossa rua hehe
- Claro Leet! posso comer com você depois?
- Sim Tostequito, mas os pães tem que chegar aqui quentes! ok?
- Tá bom!
Me dei bem, o que eu tinha que fazer era andar uns 200 metros até a padaria, e comprar pão, ou pelo menos achava que me dera bem, estava um frio de rachar a cuca, e ninguém me avisara que não se pode andar muito tempo sem entrar nas lojas, ou você congela, aprendi isso da maneira mais difícil.
"Ai caralhos" Pensei, já que minha boca não se movia mais, "Não sinto meu braço" andei mais um pouco, até que ouvi algo se quebrando no chão: Era meu braço, batera em uma placa e explodira em milhões de pedacinhos míudos, e o pior, era o direito, punheta nunca mais.
Tentei chorar, e não consegui (Vide Musica "Índios" Legião Urbana), as lágrimas congelaram antes, juntei os pedaços do meu braço, Leet adora quebra cabeças, espero que ela esteja com paciência hoje...
Cheguei na padaria, com maior cara de babaca, maior sorrisão, sem um braço, e falei:
- Mhe Dhau thress paemss!
- Are you crazy guy?
Lembrei que devia falar "In English" no Canadá:
- Ghiive mhhee trehhs Bhhreehdshhss!
- Go Hell...
Bem nunca fui bom "In English" então desenhei 3 pães usando a orelha para segurar a caneta, já que nenhuma outra parte estava em condições de segura-la.
E o atendente riu e pegou três pães, mas quando pediu o dinheiro, me desesperei: Como pegaria a grana? Estava no bolso perto do "Junior" que estava congelado também, imagina se... cai... e quebra....
Fiquei louco, peguei os pães e sai correndo, péssima idéia, minhas pernas estavam congeladas, e corri 10 metros e o atendente me acompanhou andando.
Usei novamente o poder da orelha, e mostrei a minha situação, ele se mostrou compreensivo, e meteu a mão no "Junior" pegou a grana e foi embora, fiquei aliviado, "Junior" estava intacto.
Voltei o mais rápido possível para casa, em 2 horas cheguei lá, em um estado deplorável, Leet olhou para mim, e disse compreensivamente:
- Teu Merda, como tu me faz esperar aqui?! E Sem pão! E Olhe ESTE pão! Congelado! Eu pedi quente!
e me deu um tapa na cara, fez um "CRECK" e meu pescoço girou, mas os músculos e ossos continuaram no mesmo lugar. Mas a mão de Leet ficou presa a minha cara.
- Me Solta! Me Solta! me... - Leet olhou para mim, nos olhos - você se arriscou pelo pão... lutou bravamente... - estava em transe, acho que Leet no fundo é uma pessoa boa, me aproximei do seu rosto o máximo que pude. - Tostequito...
- Lehthhiif!
- que? - disse ela com cara de quem não entendera, mas logo continuou a se aproximar... Ia rolar, finalmente!
De repente a porta do elevador se abre bate no meu pé, quebra ele em dois, e vozes conhecidas gritam:
- Fala ae Tostes!! Viemos passar um tempo com vocês! - Eram Lucas e João, seguidos por Mazza, ou o que restou dele, e Jorgete.
Leet pelo visto tomou um susto com eles, pois gritou:
- Aii! - e tirou a mão do meu rosto com tanta força que levou um pedaço dele, particularmente grande e eu gritei:
- CARALHO! - Liberando a minha boca, mas deslocando minha mandíbula, até por que me faltava um pedaço da cara.
- Atrapalhamos algo? se for a gente volta mais tarde... - disse João, eu agradeci!
- Nããão! Que isso! Que surpresa agradável! Entrem, entrem! Tostes, vou consertar seu braço, e quanto a vocês os empregados vão fazer uma janta bem quentinha e gostosa! - olhou pra mim com cara de má, e disse - Para Eles Tostes! Eles.. huhuhu
Chorei de novo, e agora tinha certeza, João e Lucas eram a raiz de todo o mal.
To Be Continued
Voltei ao Canadá depois de ser queimado vivo no acidente de avião, acho que é apenas impressão, mas quando estou com João e Lucas, tenho muito azar, acho que eles são amuletos de má sorte, mas isso é coisa da minha cabeça (será?).
Cheguei a casa de Leticia, ela me olhou com uma cara maligna, e eu disse:
- Leet, preciso mais uma vez de cuidados médicos..
- Ahh mas você está óóótimo, tirando todas essas milhares de queimaduras de 3º, 4º e 5º Grau nem da para perceber que você caiu de um avião, se quiser ficar aqui terá de trabalhar também.
- ma-a-s, da última vez...
- Da última vez você estava com a perna destruída, iria atrapalhar.
quando ela disse isso, um empregado estava passando de muleta, e gritou:
- Ei! Eu não tive isso quando machuquei a perna! e foi em serviço!
Leet sacou uma pistola e deu-lhe um tiro no joelho e disse:
- Agora pode ter folga...
- Arrghh.. Ah.. Ah.. Caralho... O...Obrigado... Urgh...
Vários homens sairam correndo e retiraram o empregado ferido do chão, e limparam o sangue, e ao julgar pela cena, achei melhor não discutir mais com Leet.
Tirando as risadas maléficas que vinham do quarto ao lado, de Leet, e do casal que dividia o quarto comigo, a noite foi calma.
[dois dias depois]
Não aguento mais trabalhar, estou lavando essa louça, como uma pessoa sozinha, pode produzir tanto entulho, caraca, dinheiro envenena, podes crer, eu provei em outro dia ae, não sei se era o sistema secreto de segurança de Leet, mas quando peguei a grana pra ir num "Bar" próximo quase morri.
- Tooostes queriidooo! Preciso que você vá na rua urgente comprar pão!
Bom qualquer coisa era melhor do que a louça, e a padaria era no final da nossa rua hehe
- Claro Leet! posso comer com você depois?
- Sim Tostequito, mas os pães tem que chegar aqui quentes! ok?
- Tá bom!
Me dei bem, o que eu tinha que fazer era andar uns 200 metros até a padaria, e comprar pão, ou pelo menos achava que me dera bem, estava um frio de rachar a cuca, e ninguém me avisara que não se pode andar muito tempo sem entrar nas lojas, ou você congela, aprendi isso da maneira mais difícil.
"Ai caralhos" Pensei, já que minha boca não se movia mais, "Não sinto meu braço" andei mais um pouco, até que ouvi algo se quebrando no chão: Era meu braço, batera em uma placa e explodira em milhões de pedacinhos míudos, e o pior, era o direito, punheta nunca mais.
Tentei chorar, e não consegui (Vide Musica "Índios" Legião Urbana), as lágrimas congelaram antes, juntei os pedaços do meu braço, Leet adora quebra cabeças, espero que ela esteja com paciência hoje...
Cheguei na padaria, com maior cara de babaca, maior sorrisão, sem um braço, e falei:
- Mhe Dhau thress paemss!
- Are you crazy guy?
Lembrei que devia falar "In English" no Canadá:
- Ghiive mhhee trehhs Bhhreehdshhss!
- Go Hell...
Bem nunca fui bom "In English" então desenhei 3 pães usando a orelha para segurar a caneta, já que nenhuma outra parte estava em condições de segura-la.
E o atendente riu e pegou três pães, mas quando pediu o dinheiro, me desesperei: Como pegaria a grana? Estava no bolso perto do "Junior" que estava congelado também, imagina se... cai... e quebra....
Fiquei louco, peguei os pães e sai correndo, péssima idéia, minhas pernas estavam congeladas, e corri 10 metros e o atendente me acompanhou andando.
Usei novamente o poder da orelha, e mostrei a minha situação, ele se mostrou compreensivo, e meteu a mão no "Junior" pegou a grana e foi embora, fiquei aliviado, "Junior" estava intacto.
Voltei o mais rápido possível para casa, em 2 horas cheguei lá, em um estado deplorável, Leet olhou para mim, e disse compreensivamente:
- Teu Merda, como tu me faz esperar aqui?! E Sem pão! E Olhe ESTE pão! Congelado! Eu pedi quente!
e me deu um tapa na cara, fez um "CRECK" e meu pescoço girou, mas os músculos e ossos continuaram no mesmo lugar. Mas a mão de Leet ficou presa a minha cara.
- Me Solta! Me Solta! me... - Leet olhou para mim, nos olhos - você se arriscou pelo pão... lutou bravamente... - estava em transe, acho que Leet no fundo é uma pessoa boa, me aproximei do seu rosto o máximo que pude. - Tostequito...
- Lehthhiif!
- que? - disse ela com cara de quem não entendera, mas logo continuou a se aproximar... Ia rolar, finalmente!
De repente a porta do elevador se abre bate no meu pé, quebra ele em dois, e vozes conhecidas gritam:
- Fala ae Tostes!! Viemos passar um tempo com vocês! - Eram Lucas e João, seguidos por Mazza, ou o que restou dele, e Jorgete.
Leet pelo visto tomou um susto com eles, pois gritou:
- Aii! - e tirou a mão do meu rosto com tanta força que levou um pedaço dele, particularmente grande e eu gritei:
- CARALHO! - Liberando a minha boca, mas deslocando minha mandíbula, até por que me faltava um pedaço da cara.
- Atrapalhamos algo? se for a gente volta mais tarde... - disse João, eu agradeci!
- Nããão! Que isso! Que surpresa agradável! Entrem, entrem! Tostes, vou consertar seu braço, e quanto a vocês os empregados vão fazer uma janta bem quentinha e gostosa! - olhou pra mim com cara de má, e disse - Para Eles Tostes! Eles.. huhuhu
Chorei de novo, e agora tinha certeza, João e Lucas eram a raiz de todo o mal.
To Be Continued
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Capitulo 12
João conta: Combate pela humanidade (O que aconteceu com João enquanto Bob persegue Lucas!)
Estava eu, assistindo TV, quando Lucas passou correndo incrivelmente rápido na minha frente, e atrás dele, sons, "DOH" "DOH" "DOH", Bob vinha correndo atrás, quebrando o chão a cada passo.
- Bob! O que Lucas fez?
- Hahaha, caro amigo, Lucas entrou na família! tenho que lhe dar os parabéns!
Um estranho fogo espectral queimava atrás de Bob quando falou isso. Sem ligar para isso, Luiza veio falar comigo:
- João, aparentemente, um amigo seu, que está no Canadá, não soube que vocês não moram mais aqui... ele mandou essa carta.
"Caros amigos, estou razoavelmente bem, em breve lhes contarei com detalhes minha aventura no Canadá com nossa amiga Leticia, estarei de volta no dia 30 de fevereiro, aguardarei vocês na antiga rua de João, pois o aeroporto fica pertinho de lá."
Fiquei abismado, ele dizia que estava bem, mas voltaria no dia 30 de FEVEREIRO, bem só podia ser dia 1º de março, que era HOJE, me despedi de Luiza e corri para minha antiga rua.
Chegando lá, vi que O poste havia adquirido poderes magnéticos, e atraia qualquer coisa de metal para a morte certa, batendo nele, ele estava fazendo uma onda de destruição, Jorge, Mazza, e conseqüentemente Cogumelo, sairam da casa do tio Abgail.
- João, algo terrível está acontecendo, sim, há espíritos malignos nessa rua! - Disse Mazza, ou cogumelo, não sei dizer
- Cara, a humanidade está sendo vencida por um objeto inanimado!
- Temos que parar esse poste, liguem para as forças armadas, encomendem um tanque.
Mas antes que eles pudessem entrar na casa e ligar, um avião foi atraido pelo poste, perdeu sua asa esquerda, e caiu, numa explosão de chamas, o poste havia feito mais vítimas, a má noticia, é que Tostes era uma delas, a boa, é que estava vivo, nossos olhos brilharam ao confirmar isso, ou talvez fossem as chamas que tinham em seu corpo, de qualquer forma, Mazza levou Tostes a enfermaria da casa de Tio Abgail, eu e Jorge arrumamos um tanque, e partimos contra o poste.
mandamos bala, mas, o poste era forte de mais, atraiu o tanque, a sorte foi que conseguimos fugir antes do tanque explodir, era forte de mais para nos...
Lucas Conta: Corrida pela vida Parte 3
- Lucas... Bem vindo a família! Parabéns!
- Se era isso... por que não gritou?
- Bem.. iria estragar a surpresa - disse Bob com um sorriso imenso.
Voltamos a ilha, ajudamos David, e com ajuda de Bob, peguei meu barco, voltamos a costa, compramos um novo carro e fomos em direção à casa do Tio Abgail para guardar meu barco.
João conta: Bob Vs Poste
Percebi que o Poste já avia destruído todos os tipos de veículos, menos um barco, até por que ninguém na rua tinha um.
De repente, Lucas e Bob entraram na rua, com um carro carregando um barco atrás, ao ver a destruição, Lucas manobrou, mas o barco atingiu o poste e se destroçou, agora, o Poste destruira todos os tipos de veículos.
Lucas... Não cabia em si, outro veiculo levado pelo poste, Bob, ao ver a raiva do amigo, partiu para cima do poste, deu-lhe um soco, e... algo impossível aconteceu.
Nem Deus derrotara ele.. como?
O Braço de Bob Explodiu em sangue, e o Poste não sofreu um arranhão, decidimos deixar isso com o exercito das nações unidas, e levamos Bob e Tostes ao Hospital.
Tostes, teve que voltar ao Canadá, e Bob se recuperaria em no máximo três horas.
Três dias se passaram...
Estava eu, assistindo TV, quando Lucas passou correndo incrivelmente rápido na minha frente, e atrás dele, sons, "DOH" "DOH" "DOH", Bob vinha correndo atrás, quebrando o chão a cada passo.
- Bob! O que Lucas fez?
- Hahaha, caro amigo, Lucas entrou na família! tenho que lhe dar os parabéns!
Um estranho fogo espectral queimava atrás de Bob quando falou isso. Sem ligar para isso, Luiza veio falar comigo:
- João, aparentemente, um amigo seu, que está no Canadá, não soube que vocês não moram mais aqui... ele mandou essa carta.
"Caros amigos, estou razoavelmente bem, em breve lhes contarei com detalhes minha aventura no Canadá com nossa amiga Leticia, estarei de volta no dia 30 de fevereiro, aguardarei vocês na antiga rua de João, pois o aeroporto fica pertinho de lá."
Fiquei abismado, ele dizia que estava bem, mas voltaria no dia 30 de FEVEREIRO, bem só podia ser dia 1º de março, que era HOJE, me despedi de Luiza e corri para minha antiga rua.
Chegando lá, vi que O poste havia adquirido poderes magnéticos, e atraia qualquer coisa de metal para a morte certa, batendo nele, ele estava fazendo uma onda de destruição, Jorge, Mazza, e conseqüentemente Cogumelo, sairam da casa do tio Abgail.
- João, algo terrível está acontecendo, sim, há espíritos malignos nessa rua! - Disse Mazza, ou cogumelo, não sei dizer
- Cara, a humanidade está sendo vencida por um objeto inanimado!
- Temos que parar esse poste, liguem para as forças armadas, encomendem um tanque.
Mas antes que eles pudessem entrar na casa e ligar, um avião foi atraido pelo poste, perdeu sua asa esquerda, e caiu, numa explosão de chamas, o poste havia feito mais vítimas, a má noticia, é que Tostes era uma delas, a boa, é que estava vivo, nossos olhos brilharam ao confirmar isso, ou talvez fossem as chamas que tinham em seu corpo, de qualquer forma, Mazza levou Tostes a enfermaria da casa de Tio Abgail, eu e Jorge arrumamos um tanque, e partimos contra o poste.
mandamos bala, mas, o poste era forte de mais, atraiu o tanque, a sorte foi que conseguimos fugir antes do tanque explodir, era forte de mais para nos...
Lucas Conta: Corrida pela vida Parte 3
- Lucas... Bem vindo a família! Parabéns!
- Se era isso... por que não gritou?
- Bem.. iria estragar a surpresa - disse Bob com um sorriso imenso.
Voltamos a ilha, ajudamos David, e com ajuda de Bob, peguei meu barco, voltamos a costa, compramos um novo carro e fomos em direção à casa do Tio Abgail para guardar meu barco.
João conta: Bob Vs Poste
Percebi que o Poste já avia destruído todos os tipos de veículos, menos um barco, até por que ninguém na rua tinha um.
De repente, Lucas e Bob entraram na rua, com um carro carregando um barco atrás, ao ver a destruição, Lucas manobrou, mas o barco atingiu o poste e se destroçou, agora, o Poste destruira todos os tipos de veículos.
Lucas... Não cabia em si, outro veiculo levado pelo poste, Bob, ao ver a raiva do amigo, partiu para cima do poste, deu-lhe um soco, e... algo impossível aconteceu.
Nem Deus derrotara ele.. como?
O Braço de Bob Explodiu em sangue, e o Poste não sofreu um arranhão, decidimos deixar isso com o exercito das nações unidas, e levamos Bob e Tostes ao Hospital.
Tostes, teve que voltar ao Canadá, e Bob se recuperaria em no máximo três horas.
Três dias se passaram...
Luiza não perdoou Lucas, Mazza perdeu um dedo, que nasceu de novo, e o que ficou no chão criou raízes, ele estava se reproduzindo por Brotamento, Cogumelo estava começando a fazer muito mal à ele, e iríamos à cientista mais famosa do mundo, Erika, que agora pesquisava no Canadá, logo iríamos ficar na casa de Leticia com Tostes...
To be Continued...
Cap. Fraco né... mas sem desanimar! Prox. Cap. TOSTES irá contar uma aventura ESPECIAL contando o que aguarda nossos heróis no Canadá vivendo com Leticia!
To be Continued...
Cap. Fraco né... mas sem desanimar! Prox. Cap. TOSTES irá contar uma aventura ESPECIAL contando o que aguarda nossos heróis no Canadá vivendo com Leticia!
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Capitulo 11
Lucas conta: Corrida pela vida, Comida para morte
Era um dia quente, Luiza ainda não havia me perdoado totalmente, e nos estávamos vendo TV, quero dizer, quase todos, Mazza estava num conflito interno, metade dele queria ver o triplo-especial-porno, a outra metade queria fazer a dança da chuva para acabar com o calor excessivo e o aroma de hormônio masculino do ar.
Entre-mentes, Cogumelo fez Mazza trocar de roupa, tivemos que agradecer à ela por isso, o espírito de Cogumelo, não só fazia um bem para o cheiro de Mazza quanto para seu corpo e saúde, passamos a economizar no preço da comida depois que Mazza passou a fazer fotossintese, e o controle do tempo também era legal, agora Mazza tinha uma função na casa, mas se Cogu fazia esse bem todo à Mazza, fazia o contrario com sua aparência Mazza, que já não era bonito, agora tinha pequenos cogumelos nascendo pelo corpo, e no lugar de cabelos folhas, e começamos à achar que a clorofila não fazia bem ao bronze de sua pele, agora verde...
Mas, como nem tudo na nossa vida são flores, o Poste continuava fazendo novas vitimas, e já fazia uma coleção de veículos, mortos e feridos algo tinha que para-lo, mas eu estava ocupado de mais, Bob havia viajado, e era a chance de me desculpar com Luiza, corri para lá, péssima idéia, dei de cara no poste, mas nada que abalasse a força de meu amor, ou tesão.
João, veio me ajudar, e fomos juntos ao prédio de Luiza, reparamos ao entrar no prédio, que não havia outros moradores, e que ela tinha um prédio inteiro SÓ PARA ELA!
Bem, exageros a parte, chegamos à cobertura, não importava a porta que batêssemos, já que estavam interligadas formando uma cobertura gigantesca, entramos, João ficou na cozinha, e eu fui até o quarto de Luiza, olhei-a nos olhos não pude deixar de ver que ela ficou vermelha... E Então...
X³
João Conta: Comida pela morte parte 2
"Será que devo avisar ao Lucas que Bob já voltou e queria jogar sinuca com a gente? ah... ele tá muito ocupado agora..."
foi o que pensei, até ouvir um grito de Terror:
"AIii"
Lucas conta: Corrida Pela Vida Parte 3
Estava eu, lá no bem e bom, mas... a vida, essa sim é uma caixinha de surpresas, e Bob saiu Nu, do banheiro, ele tinha tomado banho e falou:
- Ae Lucas....
Com uma expressão ameaçadora, e uma aura assassina em volta de seu corpo, gritei desesperado, e corri, vesti as calças em tempo recorde, e peguei o elevador, mas era tarde de mais, toda a minha vantagem de iniciativa fora tomada pelos passos largos de Bob, e pelo fato dele não precisar abrir portas, fiquei aterrorizado ao ver a parede caindo, quando peguei o elevador.
Achei que estava salvo, doce inocência, vi as mãos de Bob abrindo o elevador, que felizmente desceu, mas provando novamente seu animalismo, Bob, pulou no teto do elevador, destroçou o teto e sua fúria insana, parei o elevador na emergência e sai em qualquer andar, e subi pela escada, visando despista-lo, mas me esqueci do faro aguçado de Bob, que viu que eu tinha ido para cima, e com apenas um salto chegou ao andar em que eu estava.
Corri até o "teto" do prédio, e fui encurralado. "Lucas" rugia Bob, tomei a única decisão sensata no momento, e pulei do prédio, para amortecer minha queda fui batendo nos aparelhos de ar-condicionado, quase morri, mas pelo menos Bob estava a 30 andares de distancia, corri, escalei o muro, e sai pela rua, mas novamente o poder de Bob me impressionou, ele não só pulou lá de cima, como destruiu o muro de puro concreto.
Sai correndo pelas ruas movimentadas, até que aparentemente, estava seguro num beque, mas, explosões e um ônibus voando me mostraram que Bob estava por perto. fui até o porto da cidade e comprei uma lancha, e parti ao mar, Bob não poderia alcançar uma lancha fora da terra que era seu habitat natural.
Estava ultrapassando o limite da lancha e Bob atrás de mim, não se cansava, era um verdadeiro monstro, passaram-se 2 horas e eu cheguei à uma ilha deserta, não havia esperanças, Bob chegou a ilha, e começou a farejar, felizmente, seu faro não estava tão aguçado, por causa do sal da água.
Derrepente uma luz veio me salvar, um homem forte, e famoso olhou para mim, e eu disse:
- Quem é você amigão?
- Sou David Coperfield (Vide Bob Esponja: O Filme) e você?
- Sou Lucas, precisa me ajudar, você nada muito bem não?
- Sim, precisa de carona?
- É
Fiquei espantado ao ver que Bob, não era o unico ser humano que conseguia nadar mais rápido que uma lancha, mas logo vi que David, não era pario para Bob, que quando me viu, em vez de nadar, passou a puxar a água, e bebe-la, com medo da água do oceano acabar, rezei a Deus para parar Bob, derrepente o céu escureceu, e um raio, maior do que todos que já haviam caido na terra, veio em direção à Bob, por um instante fugaz, vi o motivo da extinção dos dinossauros caindo de novo na terra, mas contrariando todas as leis da natureza, Bob segurou o raio, o entortou, e o raio voltou aos céus, aconteceu uma grande explosão, e um velho caiu, era muito velho, tinha cabelos e barba muito longos e brancos, como seu manto, agora em chamas, girando e se espatifou no mar, vi que não apenas caminhava nas águas, mas para Deus a água era sólida, mas então me veio a constatação: Bob matara Deus.
Bob puxara muita água, e a perna de David fora amputada pela pressão, David soltou um urro de dor:
- Puta merda!
E perdeu a direção e explodiu numa pequena ilha vulcânica, Bob saiu da água mais ameaçador do que nunca, corri, corri, corri. E ao chegar aos pés do Vulcão, subi, subi, subi, e Bob atrás, atrás, atrás.
Chegando lá em cima, era morrer na lava, ou morrer nas mãos de Bob, bom, com o Bob a morte era instantânea, eu sofria menos, mas iria morrer lutando como homem:
Me ajuelhei e gritei:
- O QUE VOCÊ QUER DE MIM???
Comecei a chorar, Bob apenas olhou deu um sorriso, um passo a frente e disse:
- Apenas dizer...
To Be Continued
Era um dia quente, Luiza ainda não havia me perdoado totalmente, e nos estávamos vendo TV, quero dizer, quase todos, Mazza estava num conflito interno, metade dele queria ver o triplo-especial-porno, a outra metade queria fazer a dança da chuva para acabar com o calor excessivo e o aroma de hormônio masculino do ar.
Entre-mentes, Cogumelo fez Mazza trocar de roupa, tivemos que agradecer à ela por isso, o espírito de Cogumelo, não só fazia um bem para o cheiro de Mazza quanto para seu corpo e saúde, passamos a economizar no preço da comida depois que Mazza passou a fazer fotossintese, e o controle do tempo também era legal, agora Mazza tinha uma função na casa, mas se Cogu fazia esse bem todo à Mazza, fazia o contrario com sua aparência Mazza, que já não era bonito, agora tinha pequenos cogumelos nascendo pelo corpo, e no lugar de cabelos folhas, e começamos à achar que a clorofila não fazia bem ao bronze de sua pele, agora verde...
Mas, como nem tudo na nossa vida são flores, o Poste continuava fazendo novas vitimas, e já fazia uma coleção de veículos, mortos e feridos algo tinha que para-lo, mas eu estava ocupado de mais, Bob havia viajado, e era a chance de me desculpar com Luiza, corri para lá, péssima idéia, dei de cara no poste, mas nada que abalasse a força de meu amor, ou tesão.
João, veio me ajudar, e fomos juntos ao prédio de Luiza, reparamos ao entrar no prédio, que não havia outros moradores, e que ela tinha um prédio inteiro SÓ PARA ELA!
Bem, exageros a parte, chegamos à cobertura, não importava a porta que batêssemos, já que estavam interligadas formando uma cobertura gigantesca, entramos, João ficou na cozinha, e eu fui até o quarto de Luiza, olhei-a nos olhos não pude deixar de ver que ela ficou vermelha... E Então...
X³
João Conta: Comida pela morte parte 2
"Será que devo avisar ao Lucas que Bob já voltou e queria jogar sinuca com a gente? ah... ele tá muito ocupado agora..."
foi o que pensei, até ouvir um grito de Terror:
"AIii"
Lucas conta: Corrida Pela Vida Parte 3
Estava eu, lá no bem e bom, mas... a vida, essa sim é uma caixinha de surpresas, e Bob saiu Nu, do banheiro, ele tinha tomado banho e falou:
- Ae Lucas....
Com uma expressão ameaçadora, e uma aura assassina em volta de seu corpo, gritei desesperado, e corri, vesti as calças em tempo recorde, e peguei o elevador, mas era tarde de mais, toda a minha vantagem de iniciativa fora tomada pelos passos largos de Bob, e pelo fato dele não precisar abrir portas, fiquei aterrorizado ao ver a parede caindo, quando peguei o elevador.
Achei que estava salvo, doce inocência, vi as mãos de Bob abrindo o elevador, que felizmente desceu, mas provando novamente seu animalismo, Bob, pulou no teto do elevador, destroçou o teto e sua fúria insana, parei o elevador na emergência e sai em qualquer andar, e subi pela escada, visando despista-lo, mas me esqueci do faro aguçado de Bob, que viu que eu tinha ido para cima, e com apenas um salto chegou ao andar em que eu estava.
Corri até o "teto" do prédio, e fui encurralado. "Lucas" rugia Bob, tomei a única decisão sensata no momento, e pulei do prédio, para amortecer minha queda fui batendo nos aparelhos de ar-condicionado, quase morri, mas pelo menos Bob estava a 30 andares de distancia, corri, escalei o muro, e sai pela rua, mas novamente o poder de Bob me impressionou, ele não só pulou lá de cima, como destruiu o muro de puro concreto.
Sai correndo pelas ruas movimentadas, até que aparentemente, estava seguro num beque, mas, explosões e um ônibus voando me mostraram que Bob estava por perto. fui até o porto da cidade e comprei uma lancha, e parti ao mar, Bob não poderia alcançar uma lancha fora da terra que era seu habitat natural.
Estava ultrapassando o limite da lancha e Bob atrás de mim, não se cansava, era um verdadeiro monstro, passaram-se 2 horas e eu cheguei à uma ilha deserta, não havia esperanças, Bob chegou a ilha, e começou a farejar, felizmente, seu faro não estava tão aguçado, por causa do sal da água.
Derrepente uma luz veio me salvar, um homem forte, e famoso olhou para mim, e eu disse:
- Quem é você amigão?
- Sou David Coperfield (Vide Bob Esponja: O Filme) e você?
- Sou Lucas, precisa me ajudar, você nada muito bem não?
- Sim, precisa de carona?
- É
Fiquei espantado ao ver que Bob, não era o unico ser humano que conseguia nadar mais rápido que uma lancha, mas logo vi que David, não era pario para Bob, que quando me viu, em vez de nadar, passou a puxar a água, e bebe-la, com medo da água do oceano acabar, rezei a Deus para parar Bob, derrepente o céu escureceu, e um raio, maior do que todos que já haviam caido na terra, veio em direção à Bob, por um instante fugaz, vi o motivo da extinção dos dinossauros caindo de novo na terra, mas contrariando todas as leis da natureza, Bob segurou o raio, o entortou, e o raio voltou aos céus, aconteceu uma grande explosão, e um velho caiu, era muito velho, tinha cabelos e barba muito longos e brancos, como seu manto, agora em chamas, girando e se espatifou no mar, vi que não apenas caminhava nas águas, mas para Deus a água era sólida, mas então me veio a constatação: Bob matara Deus.
Bob puxara muita água, e a perna de David fora amputada pela pressão, David soltou um urro de dor:
- Puta merda!
E perdeu a direção e explodiu numa pequena ilha vulcânica, Bob saiu da água mais ameaçador do que nunca, corri, corri, corri. E ao chegar aos pés do Vulcão, subi, subi, subi, e Bob atrás, atrás, atrás.
Chegando lá em cima, era morrer na lava, ou morrer nas mãos de Bob, bom, com o Bob a morte era instantânea, eu sofria menos, mas iria morrer lutando como homem:
Me ajuelhei e gritei:
- O QUE VOCÊ QUER DE MIM???
Comecei a chorar, Bob apenas olhou deu um sorriso, um passo a frente e disse:
- Apenas dizer...
To Be Continued
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Capitulo 10
Lucas Conta: Fantasmas, Espíritos e o sótão!
Era Jorge, mas ele havia sido dado como morto no acidente de avião de 2010 indo para a copa! com certeza era um fantasma, ele se aproximou, João sacou sua .38 de ex-policial, e deu-lhe um tirambasso:
- Volte ao inferno amigo!
O Sangue explodiu para todo lado, João acertara o meio de seu peito, depois nos demos conta, fantasmas não tem sangue, e Jorge não havia sido dado como morto, ele era foragido da policia, quem tinha sido dado como morto era Pedro Diamico, ou soninho, e agora Jorge estava agonizando no chão, falando coisas carinhosas a nos:
- Filhas da puta... argh... nem perguntam se tá tudo bem não... cof cof...
- Errrr.... Desculpe? - Disse João - Lucas, aqui na casa do tio Abgail, tem uma enfermaria de emergência no sótão, mas o caminho eu não lembro.
- Jorge, nos vamos te salvar! - falei
- Ah é, matar... é facil... salvar.. é foda né? - Respondeu Jorge
- é - disse João
Pegamos Jorge, à algum tempo não pegávamos peso, pois sempre tínhamos ajuda de Bob, mas Mazza, embora fraco nos ajudou, subimos as escadas, a fratura na minha perna doeu um bocado, procuramos outras escadas, mas João sempre que se lembrava de algo dava em algum banheiro, estranho, sujo, e escuro, me pergunto o que ele fazia neles...
- Ei eu acho que vi um vulto, olha... ah... ahh... ali! - Disse Mazza
E Mazza realmente tinha visto, era enorme e lembrava um... um... Gavião preso a anos numa gaiola que se quebrara, o Gavião atacara Mazza em busca de comida, e nos caimos, os 4, da escada, morremos?
- Ai Caralhos, olha ali Lucas! É São Jorge!
- Não seu animal, é o Jorge mesmo!
- Uhh, caraca, ele tá tão ruim assim?
- É... Bom menos mal.
Mazza estava morto, ou pelo menos parecia, tinhamos que achar a enfermaria para 2 agora, fora a gente, Novamente subimos as escadas, e dessa vez, seguimos meus instintos em vez das lembranças de João, era mais seguro.
Deu certo, achamos a enfermaria para Jorge e Mazza, mas constatamos que esquecemos de Jorge e Mazza, agora era uma corrida contra o tempo, pegamos os curativos, e novamente nos perdemos na casa do Tio Abgail, derrepente, um gárgula, sim um gárgula, piscou para a gente e apontou a esquerda, entramos, era o quarto do tio Abgail, escuro sujo, com uns pequenos armários, cheios de teias de aranha, como todo o aposento, e tinha uma cama, nela deitado, Tio Abgail, ou o que restou da putreficação dele, ninguém se atrevia a entrar naquela casa a anos, segundo João, desde que sua tia, Morgana, fora assassinada por trinta homens encapuzados.
Voltamos a sala principal, mas já era tarde de mais, Jorge avia morrido, e Mazza se recuperado totalmente.
Derrepente, um vento, soprava de todos os lados. "VooooOOOOoOOoOoooCêÊÊEÊês! AcabaaAaaaAram com MeeeeeeU repoooouso e me Mataaaaaraaaaaam"
- Jorge, fala direito - Disse João
- Desmancha prazeres, mas de qualquer forma, eu irei assombra-los até as suas mortes, não deixarei vocês serem felizes MUAHAHAHA!
Derrepente outro vento: "NÃããÃãÃÃÃão Jorgeeeee, eleeees nããããão fizeeeraaam por maaal"
- Cogumelo, fala direito - Disse Mazza
- Desmancha prazeres, agora entendo o que sente Jorge, vamos mata-los
Derrepente, vi seus pontos fracos, peguei um pedaço de madeira e comecei a bater neles, e gritei:
- Voltem a forma humilde que merecem, Léles Mortais!! (Vide Sakura Card Captors!)
Derrepente, as formas de Jorge e cogumelo, Jorge no seu própio corpo, Cogumelo não tinha corpo própio por isso, entrou no de Mazza, dando-lhe duas personalidades, Jorge e Cogumelo agradeceram, Mazza reclamou, e ficou com medo do que ela faria com seu corpo quando tivesse no comando perto de homens bonitos, mas Cogumelo disse que como espírito indígena ancestral em forma masculina ela não faria nada que tirasse a virgindade traseira de Mazza, que ainda assim não se convenceu.
- Bem, pessoal, vamos todos dormir, amanhã, vou falar com Luiza e ver se podemos dormir lá
To Be Continued
Era Jorge, mas ele havia sido dado como morto no acidente de avião de 2010 indo para a copa! com certeza era um fantasma, ele se aproximou, João sacou sua .38 de ex-policial, e deu-lhe um tirambasso:
- Volte ao inferno amigo!
O Sangue explodiu para todo lado, João acertara o meio de seu peito, depois nos demos conta, fantasmas não tem sangue, e Jorge não havia sido dado como morto, ele era foragido da policia, quem tinha sido dado como morto era Pedro Diamico, ou soninho, e agora Jorge estava agonizando no chão, falando coisas carinhosas a nos:
- Filhas da puta... argh... nem perguntam se tá tudo bem não... cof cof...
- Errrr.... Desculpe? - Disse João - Lucas, aqui na casa do tio Abgail, tem uma enfermaria de emergência no sótão, mas o caminho eu não lembro.
- Jorge, nos vamos te salvar! - falei
- Ah é, matar... é facil... salvar.. é foda né? - Respondeu Jorge
- é - disse João
Pegamos Jorge, à algum tempo não pegávamos peso, pois sempre tínhamos ajuda de Bob, mas Mazza, embora fraco nos ajudou, subimos as escadas, a fratura na minha perna doeu um bocado, procuramos outras escadas, mas João sempre que se lembrava de algo dava em algum banheiro, estranho, sujo, e escuro, me pergunto o que ele fazia neles...
- Ei eu acho que vi um vulto, olha... ah... ahh... ali! - Disse Mazza
E Mazza realmente tinha visto, era enorme e lembrava um... um... Gavião preso a anos numa gaiola que se quebrara, o Gavião atacara Mazza em busca de comida, e nos caimos, os 4, da escada, morremos?
- Ai Caralhos, olha ali Lucas! É São Jorge!
- Não seu animal, é o Jorge mesmo!
- Uhh, caraca, ele tá tão ruim assim?
- É... Bom menos mal.
Mazza estava morto, ou pelo menos parecia, tinhamos que achar a enfermaria para 2 agora, fora a gente, Novamente subimos as escadas, e dessa vez, seguimos meus instintos em vez das lembranças de João, era mais seguro.
Deu certo, achamos a enfermaria para Jorge e Mazza, mas constatamos que esquecemos de Jorge e Mazza, agora era uma corrida contra o tempo, pegamos os curativos, e novamente nos perdemos na casa do Tio Abgail, derrepente, um gárgula, sim um gárgula, piscou para a gente e apontou a esquerda, entramos, era o quarto do tio Abgail, escuro sujo, com uns pequenos armários, cheios de teias de aranha, como todo o aposento, e tinha uma cama, nela deitado, Tio Abgail, ou o que restou da putreficação dele, ninguém se atrevia a entrar naquela casa a anos, segundo João, desde que sua tia, Morgana, fora assassinada por trinta homens encapuzados.
Voltamos a sala principal, mas já era tarde de mais, Jorge avia morrido, e Mazza se recuperado totalmente.
Derrepente, um vento, soprava de todos os lados. "VooooOOOOoOOoOoooCêÊÊEÊês! AcabaaAaaaAram com MeeeeeeU repoooouso e me Mataaaaaraaaaaam"
- Jorge, fala direito - Disse João
- Desmancha prazeres, mas de qualquer forma, eu irei assombra-los até as suas mortes, não deixarei vocês serem felizes MUAHAHAHA!
Derrepente outro vento: "NÃããÃãÃÃÃão Jorgeeeee, eleeees nããããão fizeeeraaam por maaal"
- Cogumelo, fala direito - Disse Mazza
- Desmancha prazeres, agora entendo o que sente Jorge, vamos mata-los
Derrepente, vi seus pontos fracos, peguei um pedaço de madeira e comecei a bater neles, e gritei:
- Voltem a forma humilde que merecem, Léles Mortais!! (Vide Sakura Card Captors!)
Derrepente, as formas de Jorge e cogumelo, Jorge no seu própio corpo, Cogumelo não tinha corpo própio por isso, entrou no de Mazza, dando-lhe duas personalidades, Jorge e Cogumelo agradeceram, Mazza reclamou, e ficou com medo do que ela faria com seu corpo quando tivesse no comando perto de homens bonitos, mas Cogumelo disse que como espírito indígena ancestral em forma masculina ela não faria nada que tirasse a virgindade traseira de Mazza, que ainda assim não se convenceu.
- Bem, pessoal, vamos todos dormir, amanhã, vou falar com Luiza e ver se podemos dormir lá
To Be Continued
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Capitulo 9
João Conta: A Vida Após Luiza
Talvez por ter ficado muito tempo no AP de Luiza e Bob, talvez por ter uma pista de boliche em cima do nosso quarto não conseguimos dormir direito no Kit-Net de Mazza, e embora Mazza fosse uma boa compania, Lucas continuava deprimido por causa da perda de Luiza, e olha que já tinham se passado 5 horas.
Como Lucas não se animava, resolvemos ir os 3, numa boate onde nosso amigo Joe, tinha dito que só teria mulheres o "Bar de Lésbicas do Joe", ao chegarmos lá, me impressionei ao ver o charme contagiante de Lucas para conseguir mulheres, e também que todas elas tinham armas de choque na bolsa, mais pela segunda coisa.
Bom, pelo menos mais re-animado Lucas não ficava, morreu três vezes, mas as armas de choque o re-animaram as três.
Talvez por ter ficado muito tempo no AP de Luiza e Bob, talvez por ter uma pista de boliche em cima do nosso quarto não conseguimos dormir direito no Kit-Net de Mazza, e embora Mazza fosse uma boa compania, Lucas continuava deprimido por causa da perda de Luiza, e olha que já tinham se passado 5 horas.
Como Lucas não se animava, resolvemos ir os 3, numa boate onde nosso amigo Joe, tinha dito que só teria mulheres o "Bar de Lésbicas do Joe", ao chegarmos lá, me impressionei ao ver o charme contagiante de Lucas para conseguir mulheres, e também que todas elas tinham armas de choque na bolsa, mais pela segunda coisa.
Bom, pelo menos mais re-animado Lucas não ficava, morreu três vezes, mas as armas de choque o re-animaram as três.
Saímos do "Bar de Lésbicas do Joe" e fomos para casa, onde iríamos fazer uma festa, passamos no antigo "Mercadinho Você economiza" que agora fora comprado pelo Joe, e virara: "Mercadinho do Joe" percebemos também que Joe estava monopolizando a cidade e seus empreendimentos... Era inevitável, logo tudo e todos pertenceriam a Joe.
Voltamos para casa depois das compras e chamamos para nossa festa apenas os amigos mais íntimos! E logo logo eles começaram a chegar:
- Quem é você - Gritou Lucas
- Eu trouce as batatas!
- AH! pode Entrar!
Logo a festa estava cheia, e o Kit-Net de Mazza não aguentou, e o chão inteiro cedeu, foram mais de cem no meio da Boate do Joe, onde vimos que no meio da pista de dança, estava Joe, dando em cima de Luiza, e Lucas quis vingança, e foi tirar satisfação:
- Ai cara! ta dando em cima da MINHA GAROTA?? - Disse com o dedo na cara de Joe
Luiza demonstrou carinho pela ação de Lucas dizendo:
- Eu não conheço esse imbecil
Mas a confusão já estava armada e Lucas aproveitou que estava havendo um concurso de dança, provavelmente por isso que Bob estava de malha rosa dançando balé, e desafiou Joe para um duelo de dança.
A Musica parou, todos olharam com medo para Lucas, todos sabiam que ninguém ganhava Joe desde que ele se tornara melhor dançarino da cidade, o que coincidia com a data da compra das boates, a boate se dividiu, os que estavam na festa do kit-net para o lado de Lucas, e os da boate, menos Bob para o lado de Joe.
A Disputa começou, Lucas era excelente dançarino, fiquei abismado quando deu passos usando uma flexibilidade que para um homem... até Deus duvidaria que seria possível...
A competição começou a esquentar, ninguém arriscava um resultado, até que Joe saltou 7 metros e deu um mergulho triplo mortal carpado, com dedinho mindinho levantado FORA d'gua, era o fim de Lucas, a não ser que... mas isso não seria possível, apenas um ser humano tinha dado aquele passo perfeitamente... o Legendário Triplo-By-By-Burn de Mike (My Wife And Kids)...
Lucas executou o passo perfeitamente, até o final, onde caiu de uma altura de 4 metros ao se lembrar da lei da gravidade, e quebrou a perna, Luiza pareceu ficar com raiva pois Lucas não demonstrava seu amor nem num passo de dança, mas ela se enganou...
Lucas provavelmente era o unico ser humano, a não ser que contem Bob como ser humano, que poderia lutar com forças suficientes para matar com uma perna quebrada, ele venceu Joe, e saímos todos juntos da Boate do Joe, eu Lucas, Mazza, Bob, e Luiza.
Lucas implorou desculpas à Luiza, prometeu que jamais iria traí-la de novo, ela meio-perdoou, mas ainda não poderíamos voltar para casa, e nos não tínhamos onde morar, e em um dia destruimos o kit-net de Mazza.
Mas felizmente me lembrei do velho casarão do tio Abgail, que era na minha antiga rua, pegamos um Buzum com Mazza que era mais experiente, e sabia onde ficava o ponto e como usa-lo (Vide Cap 1! Olha 1! xDD) então pegamos o Buzum e fomos para casa.
Na rua havia muita fumaça, e ao chegar lá constatamos que o poste havia feito mais vitimas nesse meio tempo, em frente a minha antiga casa, onde primo Billy minha ex-mulher e a Ex-mulher de Lucas faziam um churrasco, havia um Boing 737 da Escanteio, o poste agora de titanio, havia tirado uma das asas do Boing, e estava tudo em chamas, vimos uma ambulancia correndo mas ela bateu no poste também, ele estava fora de controle, alguém tinha que parar o poste, e esse alguém não seria eu, pois o caminhão do corpo de bombeiros tinha acabado de explodir no poste quando gritamos desesperados para o Motorista parar.
O motorista tomou um susto, perdeu a direção e bateu no poste, felizmente pulamos antes do buzum explodir, e escapamos do Poste mais uma vez, mas ele estava começando um reinado de terror.
Mas o poste era apenas um dos nossos problemas, Billy, havia sobrevivido, e queria vingança, ele estava malhando e agora tinha músculos de aço, ou de bomba, mas era grande, e Lucas mostrou sua habilidade ninja de correr com a perna quebrada, e fomos todos até a casa do tio Abgail, que ficava em frente a casa da mininha do 25, a casa número 26.
Era enorme, lembrava uma daquelas casas de filme de terror americano, entramos corajosamente, fugindo de Billy. Ao entramos vimos algo branco, tinha forma humana, lembrava um amigo nosso, Jorge, ficamos, literalmente, assombrados com a visão de provável vida após a medicina, ou morte, o que vier primeiro....
To Be Continued....
Voltamos para casa depois das compras e chamamos para nossa festa apenas os amigos mais íntimos! E logo logo eles começaram a chegar:
- Quem é você - Gritou Lucas
- Eu trouce as batatas!
- AH! pode Entrar!
Logo a festa estava cheia, e o Kit-Net de Mazza não aguentou, e o chão inteiro cedeu, foram mais de cem no meio da Boate do Joe, onde vimos que no meio da pista de dança, estava Joe, dando em cima de Luiza, e Lucas quis vingança, e foi tirar satisfação:
- Ai cara! ta dando em cima da MINHA GAROTA?? - Disse com o dedo na cara de Joe
Luiza demonstrou carinho pela ação de Lucas dizendo:
- Eu não conheço esse imbecil
Mas a confusão já estava armada e Lucas aproveitou que estava havendo um concurso de dança, provavelmente por isso que Bob estava de malha rosa dançando balé, e desafiou Joe para um duelo de dança.
A Musica parou, todos olharam com medo para Lucas, todos sabiam que ninguém ganhava Joe desde que ele se tornara melhor dançarino da cidade, o que coincidia com a data da compra das boates, a boate se dividiu, os que estavam na festa do kit-net para o lado de Lucas, e os da boate, menos Bob para o lado de Joe.
A Disputa começou, Lucas era excelente dançarino, fiquei abismado quando deu passos usando uma flexibilidade que para um homem... até Deus duvidaria que seria possível...
A competição começou a esquentar, ninguém arriscava um resultado, até que Joe saltou 7 metros e deu um mergulho triplo mortal carpado, com dedinho mindinho levantado FORA d'gua, era o fim de Lucas, a não ser que... mas isso não seria possível, apenas um ser humano tinha dado aquele passo perfeitamente... o Legendário Triplo-By-By-Burn de Mike (My Wife And Kids)...
Lucas executou o passo perfeitamente, até o final, onde caiu de uma altura de 4 metros ao se lembrar da lei da gravidade, e quebrou a perna, Luiza pareceu ficar com raiva pois Lucas não demonstrava seu amor nem num passo de dança, mas ela se enganou...
Lucas provavelmente era o unico ser humano, a não ser que contem Bob como ser humano, que poderia lutar com forças suficientes para matar com uma perna quebrada, ele venceu Joe, e saímos todos juntos da Boate do Joe, eu Lucas, Mazza, Bob, e Luiza.
Lucas implorou desculpas à Luiza, prometeu que jamais iria traí-la de novo, ela meio-perdoou, mas ainda não poderíamos voltar para casa, e nos não tínhamos onde morar, e em um dia destruimos o kit-net de Mazza.
Mas felizmente me lembrei do velho casarão do tio Abgail, que era na minha antiga rua, pegamos um Buzum com Mazza que era mais experiente, e sabia onde ficava o ponto e como usa-lo (Vide Cap 1! Olha 1! xDD) então pegamos o Buzum e fomos para casa.
Na rua havia muita fumaça, e ao chegar lá constatamos que o poste havia feito mais vitimas nesse meio tempo, em frente a minha antiga casa, onde primo Billy minha ex-mulher e a Ex-mulher de Lucas faziam um churrasco, havia um Boing 737 da Escanteio, o poste agora de titanio, havia tirado uma das asas do Boing, e estava tudo em chamas, vimos uma ambulancia correndo mas ela bateu no poste também, ele estava fora de controle, alguém tinha que parar o poste, e esse alguém não seria eu, pois o caminhão do corpo de bombeiros tinha acabado de explodir no poste quando gritamos desesperados para o Motorista parar.
O motorista tomou um susto, perdeu a direção e bateu no poste, felizmente pulamos antes do buzum explodir, e escapamos do Poste mais uma vez, mas ele estava começando um reinado de terror.
Mas o poste era apenas um dos nossos problemas, Billy, havia sobrevivido, e queria vingança, ele estava malhando e agora tinha músculos de aço, ou de bomba, mas era grande, e Lucas mostrou sua habilidade ninja de correr com a perna quebrada, e fomos todos até a casa do tio Abgail, que ficava em frente a casa da mininha do 25, a casa número 26.
Era enorme, lembrava uma daquelas casas de filme de terror americano, entramos corajosamente, fugindo de Billy. Ao entramos vimos algo branco, tinha forma humana, lembrava um amigo nosso, Jorge, ficamos, literalmente, assombrados com a visão de provável vida após a medicina, ou morte, o que vier primeiro....
To Be Continued....
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Capitulo 8
João conta: Maldição índigina
Acordamos cedo naquele dia, talvez pelo sol em nossos rostos, talvez pela fogueira em que os nativos nos assavam abaixo de nossas costas, tínhamos sido capturados, mas dessa vez os nativos não eram civilizados, eram canibais dos confins da Amazônia, Bob dormia sono profundo, então tivemos que mais uma vez gritar pedindo ajuda:
- FUDEU!!
Agora apenas nossa fé em Deus poderia nos salvar, mas parecia que Deus não acordava cedo, contra-dizendo o ditado "Deus ajuda quem cedo madruga", derrepente um índio mais civilizado apareceu e disse:
- Eles são meus amigos, deixem-nos viver.
Era o fim, agora os índios da outra tribo queriam nos matar pessoalmente, mas quando não havia mais esperanças, reparamos que o índio mais civilizado não era da tribo que nos odiava e sim ninguém menos que: Mazzarella nosso amigo de colégio que havia perdido a sanidade mental ao conhecer Chester seu idolo, e ao parecer se convertera em um índio, era uma maldição.. Todos nossos amigos agora estavam virando índios, ficando mortalmente feridos e morrendo, não nessessáriamente nessa ordem.
Mas felizmente os índios nos soltaram, e pediram desculpas, acordamos Bob, e partimos. Mas a vida, ah essa sim é uma caixinha de surpresas, e estavamos longe de onde dormirmos. E Bob não conseguiu achar o caminho mesmo pulando por cima das árvores, parecia que estavamos no coração da Amazônia, nos achamos quando vimos a placa:

Mas ainda assim era pouca coisa para sabermos para onde ir, e por causa da luta de ontem, Bob não conseguia identificar cheiros direito.
Voltamos à aldeia de Mazza, que apesar de estar louco, se lembrava do caminho de casa, mas ao parecer, os índios canibais estavam no tribunal por que Mazza nos salvara, mas os deixara sem comida pelo resto do dia, sendo que hoje completa um mes sem comida, e aparentemente Mazza seria o rango.
Apesar de convidativo o jantar, sem Mazza presente nele, seria inútil. Tivemos que nos unir e lutar, Bob saiu na porrada e todos torcemos, menos Tostes que estava ferido de mais e não conseguiu descer das costas de Bob, caindo no meio do campo de batalha e sendo pisoteado.
Após a luta, vimos que a segunda parte da maldição estava se realizando, Mazza estava ferido, mas quando fomos socorre-lo, o Ancião da tribo disse:
-Estou tendo uma visão... Vocês... serão.. de..ro...ta...dos.... por... um ob...je...to... ina...ni...ma...do...................................
Derrepente eu e Lucas ficamos com medo, um objeto inanimado, seria ele... o Poste?
Socorremos Mazza e fomos embora, estavamos esquecendo Tostes, mas Bob sem querer pisou em sua perna, fazendo-o gritar:
- CARALHOOOOO!
Pegamos Tostes e saimos da floresta sob a orientação de Mazza.
Ao Chegar na civilização, vimos que os ferimentos de Tostes eram graves de mais, Tivemos que leva-lo a casa de nossa amiga que morava no Canadá, Leticia, que se encarregou de leva-lo ao médico regularmente, ela tinha um sorriso estranho no rosto quando disse que iria "Cuidar" dele, Tostes ficou com medo, mas falamos para ele que precisava ser forte, e que estávamos aqui qualquer coisa, era só gritar que Bob ouvia e iríamos correndo.
Voltamos para casa, Mazza foi para seu Kit-Net na cidade, e vimos Luiza na porta, assim que entramos percebemos que ela havia herdado uma característica sob-humana de Bob: O Faro. Ela sentiu o cheiro de outras mulheres em Lucas, que mentiu descaradamente dizendo que era de sua irmã, mas Luiza havia investigado a fundo sua vida, e sabia que Lucas não tinha irmãs, e além de tudo tinham várias mulheres, e inclusive um Trans-sex (o que não deixou apenas Lucas preocupado, mas eu também), Resumo da ópera, Luiza nos expulsou de Casa, e Bob não queria ver a irmã com raiva, por isso não contestou.
É tivemos que ir morar com nosso amigo, Mazza em seu Kit-Net que tinha mais ou menos o tamanho de um ovo, 37M², um quarto, um banheiro, e uma sala cozinha. mas até que era agradável, e se dividíssemos o espaço daria quase 12M² para cada um!
Mazza fico abismado com a traição de Lucas com Luiza, mesmo estando Louco. Mazza era uma boa compania e era legal morar com ele, o unico problema era o cheiro dele, já que não trocava de roupa desde que conhecera Chester, à quinze anos atrás, mas depois de três dias, você se acostuma.
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Acordamos cedo naquele dia, talvez pelo sol em nossos rostos, talvez pela fogueira em que os nativos nos assavam abaixo de nossas costas, tínhamos sido capturados, mas dessa vez os nativos não eram civilizados, eram canibais dos confins da Amazônia, Bob dormia sono profundo, então tivemos que mais uma vez gritar pedindo ajuda:
- FUDEU!!
Agora apenas nossa fé em Deus poderia nos salvar, mas parecia que Deus não acordava cedo, contra-dizendo o ditado "Deus ajuda quem cedo madruga", derrepente um índio mais civilizado apareceu e disse:
- Eles são meus amigos, deixem-nos viver.
Era o fim, agora os índios da outra tribo queriam nos matar pessoalmente, mas quando não havia mais esperanças, reparamos que o índio mais civilizado não era da tribo que nos odiava e sim ninguém menos que: Mazzarella nosso amigo de colégio que havia perdido a sanidade mental ao conhecer Chester seu idolo, e ao parecer se convertera em um índio, era uma maldição.. Todos nossos amigos agora estavam virando índios, ficando mortalmente feridos e morrendo, não nessessáriamente nessa ordem.
Mas felizmente os índios nos soltaram, e pediram desculpas, acordamos Bob, e partimos. Mas a vida, ah essa sim é uma caixinha de surpresas, e estavamos longe de onde dormirmos. E Bob não conseguiu achar o caminho mesmo pulando por cima das árvores, parecia que estavamos no coração da Amazônia, nos achamos quando vimos a placa:
Mas ainda assim era pouca coisa para sabermos para onde ir, e por causa da luta de ontem, Bob não conseguia identificar cheiros direito.
Voltamos à aldeia de Mazza, que apesar de estar louco, se lembrava do caminho de casa, mas ao parecer, os índios canibais estavam no tribunal por que Mazza nos salvara, mas os deixara sem comida pelo resto do dia, sendo que hoje completa um mes sem comida, e aparentemente Mazza seria o rango.
Apesar de convidativo o jantar, sem Mazza presente nele, seria inútil. Tivemos que nos unir e lutar, Bob saiu na porrada e todos torcemos, menos Tostes que estava ferido de mais e não conseguiu descer das costas de Bob, caindo no meio do campo de batalha e sendo pisoteado.
Após a luta, vimos que a segunda parte da maldição estava se realizando, Mazza estava ferido, mas quando fomos socorre-lo, o Ancião da tribo disse:
-Estou tendo uma visão... Vocês... serão.. de..ro...ta...dos.... por... um ob...je...to... ina...ni...ma...do...................................
Derrepente eu e Lucas ficamos com medo, um objeto inanimado, seria ele... o Poste?
Socorremos Mazza e fomos embora, estavamos esquecendo Tostes, mas Bob sem querer pisou em sua perna, fazendo-o gritar:
- CARALHOOOOO!
Pegamos Tostes e saimos da floresta sob a orientação de Mazza.
Ao Chegar na civilização, vimos que os ferimentos de Tostes eram graves de mais, Tivemos que leva-lo a casa de nossa amiga que morava no Canadá, Leticia, que se encarregou de leva-lo ao médico regularmente, ela tinha um sorriso estranho no rosto quando disse que iria "Cuidar" dele, Tostes ficou com medo, mas falamos para ele que precisava ser forte, e que estávamos aqui qualquer coisa, era só gritar que Bob ouvia e iríamos correndo.
Voltamos para casa, Mazza foi para seu Kit-Net na cidade, e vimos Luiza na porta, assim que entramos percebemos que ela havia herdado uma característica sob-humana de Bob: O Faro. Ela sentiu o cheiro de outras mulheres em Lucas, que mentiu descaradamente dizendo que era de sua irmã, mas Luiza havia investigado a fundo sua vida, e sabia que Lucas não tinha irmãs, e além de tudo tinham várias mulheres, e inclusive um Trans-sex (o que não deixou apenas Lucas preocupado, mas eu também), Resumo da ópera, Luiza nos expulsou de Casa, e Bob não queria ver a irmã com raiva, por isso não contestou.
É tivemos que ir morar com nosso amigo, Mazza em seu Kit-Net que tinha mais ou menos o tamanho de um ovo, 37M², um quarto, um banheiro, e uma sala cozinha. mas até que era agradável, e se dividíssemos o espaço daria quase 12M² para cada um!
Mazza fico abismado com a traição de Lucas com Luiza, mesmo estando Louco. Mazza era uma boa compania e era legal morar com ele, o unico problema era o cheiro dele, já que não trocava de roupa desde que conhecera Chester, à quinze anos atrás, mas depois de três dias, você se acostuma.
To Be Continued
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Capitulo 7
Lucas conta: Pescando com Cogumelos e Jaguares
Eu, João e Cogumelo (Úrsula, vide Cap. 6) para pescarmos no rio Órsgarmiuns (na língua nativa) o nome era devido à rituais antigos de tortura que se realizavam lá, mas eu e João não nos amedrontamos e fomos em frente com nossa pescaria.
A pesca estava excelente, usando a técnica do avô de João, pesquei quinze peixes e meio,
teria sido dezesseis, mas um crocodilo tinha roubado meio peixe..
Mas como nem tudo na minha vida e na de João são flores, nos reparamos que, a Cogumelo parecia dez anos mais velha, e nos perguntamos quantos anos ela tinha:
- Úrsula, quantos anos você tem mesmo? você não tinha nossa idade? parece dez anos mais velha.... a vida na floresta faz isso?
Péssima idéia, Cogumelo adquiriu uma fúria insana, e iria chamar os espíritos ancestrais para nos matar, mas como a nossa vida é uma caixinha de surpresas, Joseph saiu da mata, e apontou sua .45 para nos, agora eram uma arma, duas pessoas, e vários espíritos malignos, querendo nos matar, e novamente, apenas nossa fé poderia nos salvar, nos ajoelhamos e resamos a Deus, e novamente, Deus, nos ajudou por nossa devoção, ou ele tinha pena de nossa vida ferrada.
Bem, de qualquer forma, um grupo de Jaguares famintos e furiosos, sairam da mata e atacaram Úrsula e o Joseph. Foi uma cena horrivel, conseguimos salvar Cogumelo da queda d'gua, mas Joseph não teve a mesma sorte e caiu da cachoeira de cabeça numa pedra.
Cogumelo não estava bem, agonizando, então deixamos ela para os Jaguares, e não sobrar para a gente.
Voltamos à tribo, e tivemos uma grande festa, por que ninguém gostava da Cogumelo, e ao falar com Tostes, ele disse que tinha conseguido meio de comunicação:
- Caraca Tosco, tu é foda, conseguiu consertar o rádio do Jatinho?
- Po, para que? Aqui na tribo tem Internet via satélite, TV à cabo, telefone celular e o caralho à quatro.. Agora o Pajé está usando a Internet para fazer suas previsões infaliveis do tempo... Mas depois mostro.
Depois que fizemos uma social com as Nativas, Tostes nos mostrou a Oca central, a porta abriu pelo censor de movimento, como as dos Shops, mas dessa vez, fiquei impressionado, nunca tinha visto palha se mover sozinha.
Lá dentro era como um shopping center... Comemos uns sandubas naturais no "Amazon Express", e fomos na Lan local nos comunicar com o meio de resgate mais rápido e eficiente que podiamos contar: Bob.
Bob iria chegar em três dias, pois ainda ia terminar de lavar a casa, e levar os cachorros para passear hoje, e amanhã partia, viajaria por 2 dias e nos salvaria.
Nesse meio tempo, eu e João aviamos feito uma social com quase todas as índias da aldeia, e os índios, já P. da vida com a situação resolveram abrir a boca, e as índias não iriam mais abrir as pernas.
Mas agora era tarde de mais, já tinhamos feito a social com TODAS as índias, e os índios resolveram se vingar, agora era a tribo toda contra nos, eles pegaram seus instrumentos de guerra, armas, e se pintaram, nesse meio tempo corremos com todas nossas forças.
Conseguimos despista-los numa caverna, Tostes, não teve a mesma sorte e foi espancado, mesmo sem ter feito a social.
Ficamos na caverna vivendo como canibais selvagens por um dia:
- Lucas me passa a meteiga do "Amazon Express" por favor. - pediu-me João
- Claro amigo - respondi
Fizemos curativos no Tostes, com o kit de primeiros socorros da kaxeco, essas farmácias tem em todo Brasil!
No dia seguinte saímos para pegar água, péssima idéia, os índios nos viram, corremos com todas nossas forças e conseguimos uma distancia consideravel, Tostes coitado, não teve a mesma sorte, como estava ferido, caiu e foi espancado novamente.
Bem, ele já estava velho mesmo, não podiamos nos sentir culpados se morresse, e continuamos correndo, mas índios de elite "Flecha certeira" da FAB, nos alcançaram, e nos encurralaram, todos os índios estavam lá, jogaram o corpo de Tostes na nossa frente, ele parecia mais feio que o normal sem os dentes, ficava com um sorriso estranho...
Eu e João pensamos se ficaríamos iguais, e nos desesperamos, quando derrepente, "BUM" "BUM" "BUM" "BUM", a poça de água no chão fazia ondulações com a vibração do solo, as árvores começaram a se mecher e a cair. Bob saiu do meio das árvores, olhou para nos, e disse:
- Amigos!
Choramos de felicidade ao ver Bob, mas, indo contra a regra natural e normal dos fatos, todos os índios atacaram mesmo com Bob ali, foi uma batalha sangrenta, mas provavelmente nem Deus poderia vencer Bob.
Bob acabou vencendo, iríamos para casa! Pensamos em viajar durante a noite, mas Bob se mostrou inútil nisso, já que tinha medo de escuro. tivemos que dormir numa clareira fazendo uma fogueira para Bob.
Tivemos que ninar Bob e arrumar algo pequeno para ele abraçar, bem.. achamos uma finalidade para o Crocodilo que tinha roubado meu peixe.
No dia seguinte iríamos partir, Tostes não sobreviveria muito tempo, levaríamos ele ao Canadá, onde ficaria com nossa amiga, e se recuperaria em algum tempo.
To Be Continued
Eu, João e Cogumelo (Úrsula, vide Cap. 6) para pescarmos no rio Órsgarmiuns (na língua nativa) o nome era devido à rituais antigos de tortura que se realizavam lá, mas eu e João não nos amedrontamos e fomos em frente com nossa pescaria.
A pesca estava excelente, usando a técnica do avô de João, pesquei quinze peixes e meio,
teria sido dezesseis, mas um crocodilo tinha roubado meio peixe..
Mas como nem tudo na minha vida e na de João são flores, nos reparamos que, a Cogumelo parecia dez anos mais velha, e nos perguntamos quantos anos ela tinha:
- Úrsula, quantos anos você tem mesmo? você não tinha nossa idade? parece dez anos mais velha.... a vida na floresta faz isso?
Péssima idéia, Cogumelo adquiriu uma fúria insana, e iria chamar os espíritos ancestrais para nos matar, mas como a nossa vida é uma caixinha de surpresas, Joseph saiu da mata, e apontou sua .45 para nos, agora eram uma arma, duas pessoas, e vários espíritos malignos, querendo nos matar, e novamente, apenas nossa fé poderia nos salvar, nos ajoelhamos e resamos a Deus, e novamente, Deus, nos ajudou por nossa devoção, ou ele tinha pena de nossa vida ferrada.
Bem, de qualquer forma, um grupo de Jaguares famintos e furiosos, sairam da mata e atacaram Úrsula e o Joseph. Foi uma cena horrivel, conseguimos salvar Cogumelo da queda d'gua, mas Joseph não teve a mesma sorte e caiu da cachoeira de cabeça numa pedra.
Cogumelo não estava bem, agonizando, então deixamos ela para os Jaguares, e não sobrar para a gente.
Voltamos à tribo, e tivemos uma grande festa, por que ninguém gostava da Cogumelo, e ao falar com Tostes, ele disse que tinha conseguido meio de comunicação:
- Caraca Tosco, tu é foda, conseguiu consertar o rádio do Jatinho?
- Po, para que? Aqui na tribo tem Internet via satélite, TV à cabo, telefone celular e o caralho à quatro.. Agora o Pajé está usando a Internet para fazer suas previsões infaliveis do tempo... Mas depois mostro.
Depois que fizemos uma social com as Nativas, Tostes nos mostrou a Oca central, a porta abriu pelo censor de movimento, como as dos Shops, mas dessa vez, fiquei impressionado, nunca tinha visto palha se mover sozinha.
Lá dentro era como um shopping center... Comemos uns sandubas naturais no "Amazon Express", e fomos na Lan local nos comunicar com o meio de resgate mais rápido e eficiente que podiamos contar: Bob.
Bob iria chegar em três dias, pois ainda ia terminar de lavar a casa, e levar os cachorros para passear hoje, e amanhã partia, viajaria por 2 dias e nos salvaria.
Nesse meio tempo, eu e João aviamos feito uma social com quase todas as índias da aldeia, e os índios, já P. da vida com a situação resolveram abrir a boca, e as índias não iriam mais abrir as pernas.
Mas agora era tarde de mais, já tinhamos feito a social com TODAS as índias, e os índios resolveram se vingar, agora era a tribo toda contra nos, eles pegaram seus instrumentos de guerra, armas, e se pintaram, nesse meio tempo corremos com todas nossas forças.
Conseguimos despista-los numa caverna, Tostes, não teve a mesma sorte e foi espancado, mesmo sem ter feito a social.
Ficamos na caverna vivendo como canibais selvagens por um dia:
- Lucas me passa a meteiga do "Amazon Express" por favor. - pediu-me João
- Claro amigo - respondi
Fizemos curativos no Tostes, com o kit de primeiros socorros da kaxeco, essas farmácias tem em todo Brasil!
No dia seguinte saímos para pegar água, péssima idéia, os índios nos viram, corremos com todas nossas forças e conseguimos uma distancia consideravel, Tostes coitado, não teve a mesma sorte, como estava ferido, caiu e foi espancado novamente.
Bem, ele já estava velho mesmo, não podiamos nos sentir culpados se morresse, e continuamos correndo, mas índios de elite "Flecha certeira" da FAB, nos alcançaram, e nos encurralaram, todos os índios estavam lá, jogaram o corpo de Tostes na nossa frente, ele parecia mais feio que o normal sem os dentes, ficava com um sorriso estranho...
Eu e João pensamos se ficaríamos iguais, e nos desesperamos, quando derrepente, "BUM" "BUM" "BUM" "BUM", a poça de água no chão fazia ondulações com a vibração do solo, as árvores começaram a se mecher e a cair. Bob saiu do meio das árvores, olhou para nos, e disse:
- Amigos!
Choramos de felicidade ao ver Bob, mas, indo contra a regra natural e normal dos fatos, todos os índios atacaram mesmo com Bob ali, foi uma batalha sangrenta, mas provavelmente nem Deus poderia vencer Bob.
Bob acabou vencendo, iríamos para casa! Pensamos em viajar durante a noite, mas Bob se mostrou inútil nisso, já que tinha medo de escuro. tivemos que dormir numa clareira fazendo uma fogueira para Bob.
Tivemos que ninar Bob e arrumar algo pequeno para ele abraçar, bem.. achamos uma finalidade para o Crocodilo que tinha roubado meu peixe.
No dia seguinte iríamos partir, Tostes não sobreviveria muito tempo, levaríamos ele ao Canadá, onde ficaria com nossa amiga, e se recuperaria em algum tempo.
To Be Continued
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Capitulo 6
João Conta: Um programa de índio
Por motivos semi-óbvios Lucas não poderá contar sua versão das historias, bom pelo menos não com Luiza, a irmã de Bob por perto.
No dia seguinte, resolvemos ir a praia, Lucas, queria ir, provavelmente para ver Luiza, mas ao sair do quarto deu de cara com Bob de Sunguinha, ele disse que perdera a vontade de ir, já que os olhos tinham misteriosamente inflamado.
Fomos então: Eu, Bob e Luiza, chegando lá, reparei que não seria como nas vezes anteriores que havia ido à praia, aparentemente todos tinham medo de Bob, e achar lugar para ficar foi fácil, a desvantagem era que os vendedores também tinham medo, e iria ser maior aperto ficar sem nada para comer.
Ninguém entrava na água... Não sei por que, acho que por estar preocupada com Lucas, Luiza não me avisou para olhar uma placa avisando que ali era território de caça de grandes tubarões brancos.
Estava me divertindo pegando uns "Jacarés". Estava tudo muito divertido, até uma grande sombra aparecer em baixo d'gua, um Tubarão branco gigante de 6.50 Metros, Estava morto, fudeu, era meu fim, cabou... o Tubarão olhou para mim e riu {Acho que foi Ilusão} Mas ao voltar para água ele foi atigindo por outra sombra gigante, agora tinha ferrado eram dois, mas para minha felicidade, vi que a segunda sombra era na verdade Bob, que tinha pego o tubarão com a boca.
Fiquei impressionado com as habilidades de pescaria de Bob, só perdia para meu avô... Ao contar isso para Lucas, tivemos que marcar uma pescaria depois que o braço de Lucas sarasse.
Luiza, como era rica, patrocinou uma viagem para a Amazônia, ouvimos dizer de um rio lá que tem muitos peixes, mas ela e Bob não puderam ir, pois 3 semanas depois, o braço de Lucas já estava sarado, e a mãe deles doente...
Fomos somente eu e Lucas, como nos velhos tempos! Mas como nos velhos tempos, pegamos o avião errado e fomos para os EUA. No meio do Vôo vimos que o avião estava indo em direção de um prédio altíssimo, era um show de acrobatas! Sorte grande!
Mas estávamos errados, eles erraram o número, nos batemos, por sorte eu e Lucas conseguimos pular com duas criancinhas pela janela antes da explosão chegar a nos, mas como não tínhamos quatro para-quedas, tivemos que fazer o que era certo, deixamos elas caírem, só tínhamos dois, não podíamos nos sentir culpados.
Voltamos ao aeroporto, mas estava um caos, parecia que havia acontecido um ataque terrorista, e os dois principais suspeitos eram brasileiros tinham feito a barbaridade de jogar duas criancinhas pela janela e escapar com vida! Esses canalhas só envergonham a nação...
Quando tentamos embarcar no avião para a Amazônia, mas o homem disse:
- Stop!!
Falamos:
- Desculpa, mim, não, falar, fran-ce-e-s
Derrepente vários seguranças nos cercaram e tivemos que usar a nossa habilidade Kung-fu, usamos nossa técnica mais eficaz para a hora: A Corrida. Por sorte, escapamos com vida, e vimos nosso amigo, Tostes que era piloto perto de um jatinho executivo, pedimos socorro à ele, que parecia um pouco bêbado, mas isso não vinha ao caso, entramos no jatinho e fugimos dos americanos loucos.
Ao chegar em territorio brasileiro demos de cara com os temidos "Piratas do Ar", vimos os canhões saindo dos cascos dos aviões deles, e eles abriram fogo, mas graças as habilidades de esquiva de Tostes, esquivamos de quase todas as balas, menos de duas, uma acertou a asa direita, a outra a esquerda, resumindo, fomos abatidos.
Por sorte caímos em território indígena, onde vimos nossa antiga amiga de Colégio, Úrsula, que ao parecer, não tinha tido sucesso na vida na cidade, e viera para as aldeias nos confins da Amazônia, adquirira uma nova identidade: Cogumelo. Mas os índios não simpatizavam muito com ela, pois era da cidade.
Graças à ela pudemos ficar na tribo até pensar no que fazer. Bom, primeiramente estava claro, iríamos pescar no dia seguinte, Úrsula seria guia em nossa aventura, e Tostes ficaria se recuperando do acidente na aldeia.
To Be Continued
Por motivos semi-óbvios Lucas não poderá contar sua versão das historias, bom pelo menos não com Luiza, a irmã de Bob por perto.
No dia seguinte, resolvemos ir a praia, Lucas, queria ir, provavelmente para ver Luiza, mas ao sair do quarto deu de cara com Bob de Sunguinha, ele disse que perdera a vontade de ir, já que os olhos tinham misteriosamente inflamado.
Fomos então: Eu, Bob e Luiza, chegando lá, reparei que não seria como nas vezes anteriores que havia ido à praia, aparentemente todos tinham medo de Bob, e achar lugar para ficar foi fácil, a desvantagem era que os vendedores também tinham medo, e iria ser maior aperto ficar sem nada para comer.
Ninguém entrava na água... Não sei por que, acho que por estar preocupada com Lucas, Luiza não me avisou para olhar uma placa avisando que ali era território de caça de grandes tubarões brancos.
Estava me divertindo pegando uns "Jacarés". Estava tudo muito divertido, até uma grande sombra aparecer em baixo d'gua, um Tubarão branco gigante de 6.50 Metros, Estava morto, fudeu, era meu fim, cabou... o Tubarão olhou para mim e riu {Acho que foi Ilusão} Mas ao voltar para água ele foi atigindo por outra sombra gigante, agora tinha ferrado eram dois, mas para minha felicidade, vi que a segunda sombra era na verdade Bob, que tinha pego o tubarão com a boca.
Fiquei impressionado com as habilidades de pescaria de Bob, só perdia para meu avô... Ao contar isso para Lucas, tivemos que marcar uma pescaria depois que o braço de Lucas sarasse.
Luiza, como era rica, patrocinou uma viagem para a Amazônia, ouvimos dizer de um rio lá que tem muitos peixes, mas ela e Bob não puderam ir, pois 3 semanas depois, o braço de Lucas já estava sarado, e a mãe deles doente...
Fomos somente eu e Lucas, como nos velhos tempos! Mas como nos velhos tempos, pegamos o avião errado e fomos para os EUA. No meio do Vôo vimos que o avião estava indo em direção de um prédio altíssimo, era um show de acrobatas! Sorte grande!
Mas estávamos errados, eles erraram o número, nos batemos, por sorte eu e Lucas conseguimos pular com duas criancinhas pela janela antes da explosão chegar a nos, mas como não tínhamos quatro para-quedas, tivemos que fazer o que era certo, deixamos elas caírem, só tínhamos dois, não podíamos nos sentir culpados.
Voltamos ao aeroporto, mas estava um caos, parecia que havia acontecido um ataque terrorista, e os dois principais suspeitos eram brasileiros tinham feito a barbaridade de jogar duas criancinhas pela janela e escapar com vida! Esses canalhas só envergonham a nação...
Quando tentamos embarcar no avião para a Amazônia, mas o homem disse:
- Stop!!
Falamos:
- Desculpa, mim, não, falar, fran-ce-e-s
Derrepente vários seguranças nos cercaram e tivemos que usar a nossa habilidade Kung-fu, usamos nossa técnica mais eficaz para a hora: A Corrida. Por sorte, escapamos com vida, e vimos nosso amigo, Tostes que era piloto perto de um jatinho executivo, pedimos socorro à ele, que parecia um pouco bêbado, mas isso não vinha ao caso, entramos no jatinho e fugimos dos americanos loucos.
Ao chegar em territorio brasileiro demos de cara com os temidos "Piratas do Ar", vimos os canhões saindo dos cascos dos aviões deles, e eles abriram fogo, mas graças as habilidades de esquiva de Tostes, esquivamos de quase todas as balas, menos de duas, uma acertou a asa direita, a outra a esquerda, resumindo, fomos abatidos.
Por sorte caímos em território indígena, onde vimos nossa antiga amiga de Colégio, Úrsula, que ao parecer, não tinha tido sucesso na vida na cidade, e viera para as aldeias nos confins da Amazônia, adquirira uma nova identidade: Cogumelo. Mas os índios não simpatizavam muito com ela, pois era da cidade.
Graças à ela pudemos ficar na tribo até pensar no que fazer. Bom, primeiramente estava claro, iríamos pescar no dia seguinte, Úrsula seria guia em nossa aventura, e Tostes ficaria se recuperando do acidente na aldeia.
To Be Continued
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Capitulo 5
- ATENÇÃO EPISÓDIO COM ALTOS NÍVEIS DE VIOLÊNCIA -
Lucas conta: O Dia depois de Hoje: Amanhã, não pera, isso ainda não aconteceu...
Eu e João saímos do hospital, com meu braço imobilizado e doendo extremamente, precisava do carinho que somente minha esposa poderia me dar, e de comida, que somente a mulher de João (que estava em minha casa, já que na rua do João não havia luz) sabia fazer.
Sabia que minha mulher nos receberia bem, por isso nem liguei avisando que iria. Ao chegar em casa vi que meu primo, Billy estava ali, aos beijos com minha esposa, devia ser para a peça de teatro deles, estavam ensaiando a tempos, mas, ao entrar em meu quarto, notei uma coisa: Billy havia roubado meu dinheiro, fiquei louco... não consigo me lembrar do que fiz muito bem, só lembro de ter pego minha enxada...
João Conta: Da furia insana de Lucas a suposta morte de Billy
Ouvi um berro vindo de Lucas... Era algo sério, isso só aconteceria se alguem tirasse dele algo extremamente valioso, como nossa amizade, pois nunca ouvi Lucas gritar com tanta raiva:
- FILHA DA PUTA!!!
Lucas correu com a velocidade quase igual a de Bob, com uma enxada na mão, não havia tempo de perguntar onde ele havia comprado, mesmo precisando de uma para mim, tinha que impedir Lucas de fazer uma bobagem, mandei ele parar, tirei uma pedra em seu caminho, e deixei ele correr em sua fúria insana, não passou pela minha cabeça que Lucas fosse cravar a enxada nas costas de Billy.
-Ahhhhhhhhhhhh! - Urrou Billy antes de cair morto no chão
-Ahhhhhhhhhhhh! - Gritei eu quando vi que a enxada que iria pedir emprestada tinha se partido e virado prova de assassinato.
A Mulher de Lucas tentou socorrer Billy que com suas aparentes ultimas forças disse:
- Eu... sempre... te.. amei... se..cre...ta...men..te.......
Enquanto o Sangue se espalhava a mulher de Lucas disse:
- Eu também, querido, eu também...
Ri de Lucas que era corno, e Lucas por sua vez (como a enxada tinha se quebrado) foi na mão mesmo em sua esposa. Derrepente eu sai, da casa de meu amigo, para o Coliseu em Roma, ou pelo menos achei, até que minha mulher saiu do quarto com meu melhor amigo de colégio, e Lucas riu de mim pois também era corno.
Agora tudo estava claro, elas queriam nos matar ao empurrar a gente do penhasco (vide Cap. 3)
Lucas conta: Da Fúria insana de João a morte de seu melhor amigo de colégio
João olhou para os dois com uma raiva nos olhos que apenas tinha visto quando ele tinha perdido sua moeda da sorte, ele arrancou a lamina da enxada das costas de Billy, que urrou de dor:
- Caralhooo! Eu não tava morto porra?
O sangue espirrou para todo lado, a lamina da enxada acertara a mulher de João no braço, fazendo ela cair no chão, e ele e seu amigo saírem numa bela briga. Meu amigo não podia perder, tinha que ganhar, joguei minha mulher em cima do melhor amigo de Colégio de João e ficou tonto e tomou um golpe no pescoço da lamina na enxada e disse:
- Ohhh Caps ahhrg!
Acho que foi pelo dano as cordas vocais mas pelo movimento de seus labios ele disse
- Vai tomate cru!
Não entendi muito bem, mas isso não vinha ao caso, nossas mulheres, que sempre nos amaram, pediram o divorcio, eu e João (já em perfeita sanidade) aceitamos, mas pedimos as casas, para nos, como elas não aceitaram, decidimos, que por métodos justos a casa seria nossa: no dia seguinte passar com Bob ali.
Como tínhamos decidido Bob foi nos ajudar a pegar a casa para nos, mas ao chegar lá reparamos que eles tinham aparentemente vendido a casa para dois velinhos, ficamos com pena deles, e tivemos que procurar um lugar para morar, já que a casa de João não tinha luz, telefone, e o pior tinha um poste, que aparentemente estava tentando acabar com a humanidade, ou com minha vida, um dos dois, mas com certeza com meus veículos ele queria acabar.
Por sorte, Bob tinha uma casa, que dividia com sua irmã, imaginamos que a irmã de Bob, devia ser um pouco maior que um ser humano grande de mais, mas não deveria chegar ao Bob. Um feliz engano, ela tinha tamanho e inteligência normais, era o ser mais perfeito que havia visto na vida... ahhh
João conta: A Décima-Primeira paixão de Lucas
Lucas parecia nunca ter visto mulher na vida, pois não parava de babar, tudo bem que a irmã de Bob era bonita, gostosa, rica, inteligente, gostava de tudo que ele gostava, queria conhece-lo melhor, cozinhava bem, e etc... mas também não era para tanto!
Bob nos apresentou a sua irmã, Lucas não parecia acreditar no que estava vendo, mas o que importava é que agora, tínhamos um amigo de verdade, um guarda-costas, um quebra-galho/pedra/aço/provavelmente qualquer coisa/quem a gente quisesse, e tudo isso em apenas uma pessoa especial: O Gigante de aparência destrutiva; Bob, além de um lugar para viver, e comida para comer.
To be Continued:
NO PRÓXIMO EPISÓDIO: LUCAS, JOÃO, BOB e sua irmã: LUIZA VAMOS A PRAIA!! xDD
Lucas conta: O Dia depois de Hoje: Amanhã, não pera, isso ainda não aconteceu...
Eu e João saímos do hospital, com meu braço imobilizado e doendo extremamente, precisava do carinho que somente minha esposa poderia me dar, e de comida, que somente a mulher de João (que estava em minha casa, já que na rua do João não havia luz) sabia fazer.
Sabia que minha mulher nos receberia bem, por isso nem liguei avisando que iria. Ao chegar em casa vi que meu primo, Billy estava ali, aos beijos com minha esposa, devia ser para a peça de teatro deles, estavam ensaiando a tempos, mas, ao entrar em meu quarto, notei uma coisa: Billy havia roubado meu dinheiro, fiquei louco... não consigo me lembrar do que fiz muito bem, só lembro de ter pego minha enxada...
João Conta: Da furia insana de Lucas a suposta morte de Billy
Ouvi um berro vindo de Lucas... Era algo sério, isso só aconteceria se alguem tirasse dele algo extremamente valioso, como nossa amizade, pois nunca ouvi Lucas gritar com tanta raiva:
- FILHA DA PUTA!!!
Lucas correu com a velocidade quase igual a de Bob, com uma enxada na mão, não havia tempo de perguntar onde ele havia comprado, mesmo precisando de uma para mim, tinha que impedir Lucas de fazer uma bobagem, mandei ele parar, tirei uma pedra em seu caminho, e deixei ele correr em sua fúria insana, não passou pela minha cabeça que Lucas fosse cravar a enxada nas costas de Billy.
-Ahhhhhhhhhhhh! - Urrou Billy antes de cair morto no chão
-Ahhhhhhhhhhhh! - Gritei eu quando vi que a enxada que iria pedir emprestada tinha se partido e virado prova de assassinato.
A Mulher de Lucas tentou socorrer Billy que com suas aparentes ultimas forças disse:
- Eu... sempre... te.. amei... se..cre...ta...men..te.......
Enquanto o Sangue se espalhava a mulher de Lucas disse:
- Eu também, querido, eu também...
Ri de Lucas que era corno, e Lucas por sua vez (como a enxada tinha se quebrado) foi na mão mesmo em sua esposa. Derrepente eu sai, da casa de meu amigo, para o Coliseu em Roma, ou pelo menos achei, até que minha mulher saiu do quarto com meu melhor amigo de colégio, e Lucas riu de mim pois também era corno.
Agora tudo estava claro, elas queriam nos matar ao empurrar a gente do penhasco (vide Cap. 3)
Lucas conta: Da Fúria insana de João a morte de seu melhor amigo de colégio
João olhou para os dois com uma raiva nos olhos que apenas tinha visto quando ele tinha perdido sua moeda da sorte, ele arrancou a lamina da enxada das costas de Billy, que urrou de dor:
- Caralhooo! Eu não tava morto porra?
O sangue espirrou para todo lado, a lamina da enxada acertara a mulher de João no braço, fazendo ela cair no chão, e ele e seu amigo saírem numa bela briga. Meu amigo não podia perder, tinha que ganhar, joguei minha mulher em cima do melhor amigo de Colégio de João e ficou tonto e tomou um golpe no pescoço da lamina na enxada e disse:
- Ohhh Caps ahhrg!
Acho que foi pelo dano as cordas vocais mas pelo movimento de seus labios ele disse
- Vai tomate cru!
Não entendi muito bem, mas isso não vinha ao caso, nossas mulheres, que sempre nos amaram, pediram o divorcio, eu e João (já em perfeita sanidade) aceitamos, mas pedimos as casas, para nos, como elas não aceitaram, decidimos, que por métodos justos a casa seria nossa: no dia seguinte passar com Bob ali.
Como tínhamos decidido Bob foi nos ajudar a pegar a casa para nos, mas ao chegar lá reparamos que eles tinham aparentemente vendido a casa para dois velinhos, ficamos com pena deles, e tivemos que procurar um lugar para morar, já que a casa de João não tinha luz, telefone, e o pior tinha um poste, que aparentemente estava tentando acabar com a humanidade, ou com minha vida, um dos dois, mas com certeza com meus veículos ele queria acabar.
Por sorte, Bob tinha uma casa, que dividia com sua irmã, imaginamos que a irmã de Bob, devia ser um pouco maior que um ser humano grande de mais, mas não deveria chegar ao Bob. Um feliz engano, ela tinha tamanho e inteligência normais, era o ser mais perfeito que havia visto na vida... ahhh
João conta: A Décima-Primeira paixão de Lucas
Lucas parecia nunca ter visto mulher na vida, pois não parava de babar, tudo bem que a irmã de Bob era bonita, gostosa, rica, inteligente, gostava de tudo que ele gostava, queria conhece-lo melhor, cozinhava bem, e etc... mas também não era para tanto!
Bob nos apresentou a sua irmã, Lucas não parecia acreditar no que estava vendo, mas o que importava é que agora, tínhamos um amigo de verdade, um guarda-costas, um quebra-galho/pedra/aço/provavelmente qualquer coisa/quem a gente quisesse, e tudo isso em apenas uma pessoa especial: O Gigante de aparência destrutiva; Bob, além de um lugar para viver, e comida para comer.
To be Continued:
NO PRÓXIMO EPISÓDIO: LUCAS, JOÃO, BOB e sua irmã: LUIZA VAMOS A PRAIA!! xDD
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Capitulo 4
João conta: O dia depois de Ontem: Hoje
O Chevette 1975 plus começou a cair, em sua viagem ao fundo do precipício, e eu e Lucas em nossa viagem até a morte lenta e dolorosa, bom pelo menos tínhamos uma bela visão antes das ferragens entrarem em nossas tripas e nos matarem lentamente enquanto vimos o por do sol nas montanhas.
Mas ao cair, vimos nossa ultima esperança, os restos do Carro esporte de Lucas ainda estavam no abismo, fechando a passagem o suficiente a passagem para o Chevette 1975 plus ficar preso nele e as pedras.
Agora, era uma questão de tempo, tínhamos que quebrar as janelas em mais ou menos 5 segundos antes que as ferragens do carro esporte de Lucas entortarem e nos cairmos. Pegamos um pé de cabra cada, e começamos a bater nos vidros, mas o vidro do Chevette 1975 plus era blindado (por ser PLUS). E assim, nos caímos do mesmo jeito.
Bom, já estava decidido: iríamos morrer mesmo, resolvemos dizer o quanto um era amigo do outro, e ver as rochas passando em alta velocidade do nossos lados. Mas, se ainda podia piorar nossa situação era apenas se aparecesse um grande urso negro lá em baixo, e foi isso que achamos que vimos quando olhamos para "Frente": Era uma sombra negra enorme, devia ter metros, pois mesmo de longe era ENORME, mas ao ir se aproximando, fomos vendo que tinha roupas, mas isso não vinha ao caso, iríamos morrer em questão de minutos mesmo.
Depois de 5 minutos chegamos ao fundo. Como nossa unica chance de viver resolvemos ficar atrás do banco de trás e pularíamos quando o Chevette 1975 plus, tivesse quase batendo no chão amortecendo o impacto, mas isso não foi preciso, o Chevette 1975 plus bateu com tudo na sombra de "urso" se auto-destruindo, mas amortecendo nossa queda, do nosso lado caíram os restos do Carro esporte de Lucas, saimos do carro e pegamos nossas chaves no carro esporte de Lucas.
Iríamos enterrar o urso e sair o mais rápido possível dali, mas ao olhar pro lado, Lucas e eu soltamos um berro de terror:
-PUTA QUIL PARIU!
Era um homem enorme, um negão de 2.57 Metros de altura, 2.01 de largura e pelo menos 700Kg de Puro músculo, 300 de ossos, e mais uns 120 de órgãos, em sua cabeça, um pequeno corte, mas ele não devia ter se machucado com o Chevette 1975 Plus, já que o mesmo se encontrava todo destruído.
- ahhhh - Urrou o gigante
- Aiiii! - Gritamos eu e Lucas
O Gigante começou a se levantar, e eu e Lucas fizemos o que todo machão faria aquela hora, olhamos pra ele, e falamos:
- Ah Obrigado por amortecer nossa queda! E desculpe qual quer coisa.. hehe agora vamos indo..
- Ah não vão não - disse o Gigante, nos trememos, era nosso fim - de nada, eu nem sabia que tinha algo caindo, achei que a sombra era de uma árvore, mas então vocês não vão a lugar nenhum, vamos fazer um lanchinho primeiro amigos, meu nome é Bob e os seus?
E Desmaiou, percebemos que não podíamos deixar Bob ali, tivemos que arrastar ele por 80 Km até o Hospital, ele era pesado.. pra caralho.
No meio do caminho, 2 homens passaram do nosso lado carregando um piano e eles riram da gente, as pernas de Bob faziam um rastro no chão, assim poderiamos voltar para pegar os carros.
Ao Chegar no hospital, vimos que o ferimento de Bob havia se curado totalmente, ele nos agradeceu a tentativa de ajuda, e voltou conosco para pegarmos os carros, como nos estávamos demasiados cansados, Bob nos carregou com uma mão e os carros na outra.
Vendemos os carros no ferro-velho e fomos a loja mais importante da cidade comprar um novo carro: a "Carros usados do Joe". Dessa vez não tivemos tanta sorte, quase não havia carros, então compramos um carro ideal para dois caras machos: Um velho fusquinha rosa, verificamos antes se a versão não era a "Plus", pois os vidros blindados tinham quase nos matado.
Ao sair da "Carros usados do Joe", veio um homem familiar a nossa frente, era Joseph, dessa vez ele atirou primeiro e perguntou depois, como o nosso vidro não era blindado a bala entrou com tudo, e acertou Bob na boca, Bob, por sua vez, simplesmente cospiu a bala de volta, acertando Joseph, que caiu no chão agonizando.
Voltamos para minha casa, agora com minhas chaves, mas na minha rua, Lucas entrou com toda cautela do mundo para não bater no poste novamente, poste agora era de metal, mas ao estar estacionando, as pessoas sairam de suas casas, como ainda não havia luz nem telefone, e elas estavam revoltadas, cada um com uma foice e uma tocha, iriam nos matar, Lucas deu ré com tudo, e além de bater com o carro ele foi dividido em duas partes iguais até onde Bob estava sentado, o motor não suportou tal força para quebrar ou o Bob ou o poste, e explodiu.
Lucas ficou com uma furia insana do poste, que havia lhe tirado 3 veiculos em menos de 2 meses, Lucas saiu e deu um soco com toda sua força no poste, o seu osso do braço saiu pelo cotovelo e Lucas soltou um urro de dor:
- Caralhoooo!
Bob ao ver Lucas no chão sangrando saiu do carro e todos os moradores se assustaram e voltaram para suas casas, Bob carregou eu e Lucas até o Hospital, fiquei surpreso ao ver que Bob era mais rapido que os Carros, e com ele não havia transito. Chegamos no hospital em apenas 3 minutos.
Lucas fez uma cirurgia de emergência e Bob foi para sua casa falar com sua irmã. Depois que Lucas saiu da cirurgia, ligamos para nosso novo amigo avisar que estava tudo bem e que o braço de Lucas se recuperaria em 1, 2, no maximo 3 meses. Bob ficou aliviado ao saber disso, e nos, mais uma vez fomos para casa, receber o gostoso jantar de nossas esposas que com certeza nos receberiam com alegria.
To Be Continued...
O Chevette 1975 plus começou a cair, em sua viagem ao fundo do precipício, e eu e Lucas em nossa viagem até a morte lenta e dolorosa, bom pelo menos tínhamos uma bela visão antes das ferragens entrarem em nossas tripas e nos matarem lentamente enquanto vimos o por do sol nas montanhas.
Mas ao cair, vimos nossa ultima esperança, os restos do Carro esporte de Lucas ainda estavam no abismo, fechando a passagem o suficiente a passagem para o Chevette 1975 plus ficar preso nele e as pedras.
Agora, era uma questão de tempo, tínhamos que quebrar as janelas em mais ou menos 5 segundos antes que as ferragens do carro esporte de Lucas entortarem e nos cairmos. Pegamos um pé de cabra cada, e começamos a bater nos vidros, mas o vidro do Chevette 1975 plus era blindado (por ser PLUS). E assim, nos caímos do mesmo jeito.
Bom, já estava decidido: iríamos morrer mesmo, resolvemos dizer o quanto um era amigo do outro, e ver as rochas passando em alta velocidade do nossos lados. Mas, se ainda podia piorar nossa situação era apenas se aparecesse um grande urso negro lá em baixo, e foi isso que achamos que vimos quando olhamos para "Frente": Era uma sombra negra enorme, devia ter metros, pois mesmo de longe era ENORME, mas ao ir se aproximando, fomos vendo que tinha roupas, mas isso não vinha ao caso, iríamos morrer em questão de minutos mesmo.
Depois de 5 minutos chegamos ao fundo. Como nossa unica chance de viver resolvemos ficar atrás do banco de trás e pularíamos quando o Chevette 1975 plus, tivesse quase batendo no chão amortecendo o impacto, mas isso não foi preciso, o Chevette 1975 plus bateu com tudo na sombra de "urso" se auto-destruindo, mas amortecendo nossa queda, do nosso lado caíram os restos do Carro esporte de Lucas, saimos do carro e pegamos nossas chaves no carro esporte de Lucas.
Iríamos enterrar o urso e sair o mais rápido possível dali, mas ao olhar pro lado, Lucas e eu soltamos um berro de terror:
-PUTA QUIL PARIU!
Era um homem enorme, um negão de 2.57 Metros de altura, 2.01 de largura e pelo menos 700Kg de Puro músculo, 300 de ossos, e mais uns 120 de órgãos, em sua cabeça, um pequeno corte, mas ele não devia ter se machucado com o Chevette 1975 Plus, já que o mesmo se encontrava todo destruído.
- ahhhh - Urrou o gigante
- Aiiii! - Gritamos eu e Lucas
O Gigante começou a se levantar, e eu e Lucas fizemos o que todo machão faria aquela hora, olhamos pra ele, e falamos:
- Ah Obrigado por amortecer nossa queda! E desculpe qual quer coisa.. hehe agora vamos indo..
- Ah não vão não - disse o Gigante, nos trememos, era nosso fim - de nada, eu nem sabia que tinha algo caindo, achei que a sombra era de uma árvore, mas então vocês não vão a lugar nenhum, vamos fazer um lanchinho primeiro amigos, meu nome é Bob e os seus?
E Desmaiou, percebemos que não podíamos deixar Bob ali, tivemos que arrastar ele por 80 Km até o Hospital, ele era pesado.. pra caralho.
No meio do caminho, 2 homens passaram do nosso lado carregando um piano e eles riram da gente, as pernas de Bob faziam um rastro no chão, assim poderiamos voltar para pegar os carros.
Ao Chegar no hospital, vimos que o ferimento de Bob havia se curado totalmente, ele nos agradeceu a tentativa de ajuda, e voltou conosco para pegarmos os carros, como nos estávamos demasiados cansados, Bob nos carregou com uma mão e os carros na outra.
Vendemos os carros no ferro-velho e fomos a loja mais importante da cidade comprar um novo carro: a "Carros usados do Joe". Dessa vez não tivemos tanta sorte, quase não havia carros, então compramos um carro ideal para dois caras machos: Um velho fusquinha rosa, verificamos antes se a versão não era a "Plus", pois os vidros blindados tinham quase nos matado.
Ao sair da "Carros usados do Joe", veio um homem familiar a nossa frente, era Joseph, dessa vez ele atirou primeiro e perguntou depois, como o nosso vidro não era blindado a bala entrou com tudo, e acertou Bob na boca, Bob, por sua vez, simplesmente cospiu a bala de volta, acertando Joseph, que caiu no chão agonizando.
Voltamos para minha casa, agora com minhas chaves, mas na minha rua, Lucas entrou com toda cautela do mundo para não bater no poste novamente, poste agora era de metal, mas ao estar estacionando, as pessoas sairam de suas casas, como ainda não havia luz nem telefone, e elas estavam revoltadas, cada um com uma foice e uma tocha, iriam nos matar, Lucas deu ré com tudo, e além de bater com o carro ele foi dividido em duas partes iguais até onde Bob estava sentado, o motor não suportou tal força para quebrar ou o Bob ou o poste, e explodiu.
Lucas ficou com uma furia insana do poste, que havia lhe tirado 3 veiculos em menos de 2 meses, Lucas saiu e deu um soco com toda sua força no poste, o seu osso do braço saiu pelo cotovelo e Lucas soltou um urro de dor:
- Caralhoooo!
Bob ao ver Lucas no chão sangrando saiu do carro e todos os moradores se assustaram e voltaram para suas casas, Bob carregou eu e Lucas até o Hospital, fiquei surpreso ao ver que Bob era mais rapido que os Carros, e com ele não havia transito. Chegamos no hospital em apenas 3 minutos.
Lucas fez uma cirurgia de emergência e Bob foi para sua casa falar com sua irmã. Depois que Lucas saiu da cirurgia, ligamos para nosso novo amigo avisar que estava tudo bem e que o braço de Lucas se recuperaria em 1, 2, no maximo 3 meses. Bob ficou aliviado ao saber disso, e nos, mais uma vez fomos para casa, receber o gostoso jantar de nossas esposas que com certeza nos receberiam com alegria.
To Be Continued...
domingo, 9 de setembro de 2007
Capitulo 3
Lucas conta: O Dia depois de Ante-Ontem: Ontem (Continuação direta do Cap. 2!)
Estávamos nos lá, em frente à casa do João, sem saber o que fazer, sem as chaves e ninguém em casa, até que uma luz me veio à cabeça: vários homens gordos estavam consertando o poste, e iluminaram nossa ultima esperança: o "Chevette 1975 plus" ainda estava lá.
Entramos no carro, mas ele não queria ligar, como ele era nossa ultima esperança, continuamos tentando. Demoramos tanto que os homens gordos consertaram o poste, a rua toda se iluminou e todos gritaram "Ééééééééééé!!" No exato momento em que o chevette 1975 plus ligou. Ao que parecia o "Chevette 1975 plus" é que mantia o poste de pé, pois quando tiramos ele da calçada, o poste fez: "Nhéc, Nhéc" e caiu com tudo, arrebentando todos os fios e deixando a rua toda sem luz de novo, então todos gritaram "Ohhhhhhhhh".
Ao tentarmos sair com o Chevette 1975 plus, o seu motor fez "Ploc" saiu um pouco de fogo e fumaça, o capo saiu voando, e ele desligou sem aviso.
Sem alternativas tivemos que ir pelo meio de transporte mais infalível do homem: A Canela, que quase nunca da problema, derrepente João falou:
- Ai Caralhos! A minha canela!!
O gatinho da menininha do 25, todo enfaixado.. Ainda não sei por que, ele parecia tão bem, mas voltando, o gatinho tinha furado uma veia da canela de João, e o sangue estava espirrando um pouco, mas apesar do grave ferimento de João, eram apenas 23Km até minha casa, onde com certeza minha mulher nos receberia feliz.
No meio do caminho avistamos uma imagem conhecida: o homem que estava no Busão, e nos sem querer furtamos a carteira (Vide Cap. 1). Ele se aproximou, parecia muito pior de saúde, e com cara de quem não comia a dias. Ele se aproximou e falou com os olhos saltando das órbitas:
- Vocês! Vocês! Eu reconheço vocês! sim... huhuhu! Vocês malditos, levaram minha carteira no ônibus... Eu podia estar trabalhando agora, mas graças a vocês, que tiraram minha carteira de trabalho, hoje eu estou aqui roubando vocês!!
Ele tirou uma .45 da jaqueta que usava e apontou para mim e João, e então usamos nossa autoridade e pericia policial para nos livramos daquela situação:
- Por favor senhor, foi sem querer não machuque a gente!
Mas como ele aparentava uma furia insana, resolvemos tomar a ação mais sensata no momento: nos ajoelhamos e rezamos a Deus. Derrepente, as nuvens ficaram pretas, e foram se juntando. E um raio caiu do Céu, acertando Joseph em cheio na cabeça, Houve uma explosão, Joseph aparentava estar um pouco pior do que já estava, mas teve forças para falar:
- Eu me vingarei!
E desmaiou, aproveitamos a deixa para agradecer à Deus e correr até minha casa. Após abrir minha casa só lembro de minha mulher me receber tão feliz que mandou até um presente!...
Como não me lembro de mais nada João contará o resto:
Quando chegamos à casa de Lucas, me surpreendi ao ver que Lucas estava certo, sua mulher nos recebeu Feliz. Dava para ver a felicidade dela em seus olhos quando deu um vaso de presente à Lucas, pena que o vaso se quebrou, pois Lucas, como nunca foi bom goleiro deixou o vaso bater em sua cabeça e desmaiou.
Como eu estava sangrando muito, minha visão começou a se deteriorar, e fui caindo, caindo. E desmaiei.
Lucas conta: O Dia Depois de ante-ontem: Ontem parte 3
O Sol já batia em nossos rostos quando acordamos para nossa surpresa, no "Chevette 1975 plus"! Achei que tudo fora um sonho, até que a dor de cabeça me fez perceber que estava errado, olhamos para frente, vimos a ponte em construção bem na nossa frente, e o carro estava se movendo, olhamos para trás, vimos nossas mulheres, e meu primo Billy, empurrando o carro.
Eles com certeza não tinham reparado que estávamos lá dentro, ficamos desesperados, as portas estavam trancadas e eles não conseguiam nos ouvir de fora!
O carro começou a se inclinar e só tivemos tempo de gritar:
- FUDEUUU!
To Be Continued
Estávamos nos lá, em frente à casa do João, sem saber o que fazer, sem as chaves e ninguém em casa, até que uma luz me veio à cabeça: vários homens gordos estavam consertando o poste, e iluminaram nossa ultima esperança: o "Chevette 1975 plus" ainda estava lá.
Entramos no carro, mas ele não queria ligar, como ele era nossa ultima esperança, continuamos tentando. Demoramos tanto que os homens gordos consertaram o poste, a rua toda se iluminou e todos gritaram "Ééééééééééé!!" No exato momento em que o chevette 1975 plus ligou. Ao que parecia o "Chevette 1975 plus" é que mantia o poste de pé, pois quando tiramos ele da calçada, o poste fez: "Nhéc, Nhéc" e caiu com tudo, arrebentando todos os fios e deixando a rua toda sem luz de novo, então todos gritaram "Ohhhhhhhhh".
Ao tentarmos sair com o Chevette 1975 plus, o seu motor fez "Ploc" saiu um pouco de fogo e fumaça, o capo saiu voando, e ele desligou sem aviso.
Sem alternativas tivemos que ir pelo meio de transporte mais infalível do homem: A Canela, que quase nunca da problema, derrepente João falou:
- Ai Caralhos! A minha canela!!
O gatinho da menininha do 25, todo enfaixado.. Ainda não sei por que, ele parecia tão bem, mas voltando, o gatinho tinha furado uma veia da canela de João, e o sangue estava espirrando um pouco, mas apesar do grave ferimento de João, eram apenas 23Km até minha casa, onde com certeza minha mulher nos receberia feliz.
No meio do caminho avistamos uma imagem conhecida: o homem que estava no Busão, e nos sem querer furtamos a carteira (Vide Cap. 1). Ele se aproximou, parecia muito pior de saúde, e com cara de quem não comia a dias. Ele se aproximou e falou com os olhos saltando das órbitas:
- Vocês! Vocês! Eu reconheço vocês! sim... huhuhu! Vocês malditos, levaram minha carteira no ônibus... Eu podia estar trabalhando agora, mas graças a vocês, que tiraram minha carteira de trabalho, hoje eu estou aqui roubando vocês!!
Ele tirou uma .45 da jaqueta que usava e apontou para mim e João, e então usamos nossa autoridade e pericia policial para nos livramos daquela situação:
- Por favor senhor, foi sem querer não machuque a gente!
Mas como ele aparentava uma furia insana, resolvemos tomar a ação mais sensata no momento: nos ajoelhamos e rezamos a Deus. Derrepente, as nuvens ficaram pretas, e foram se juntando. E um raio caiu do Céu, acertando Joseph em cheio na cabeça, Houve uma explosão, Joseph aparentava estar um pouco pior do que já estava, mas teve forças para falar:
- Eu me vingarei!
E desmaiou, aproveitamos a deixa para agradecer à Deus e correr até minha casa. Após abrir minha casa só lembro de minha mulher me receber tão feliz que mandou até um presente!...
Como não me lembro de mais nada João contará o resto:
Quando chegamos à casa de Lucas, me surpreendi ao ver que Lucas estava certo, sua mulher nos recebeu Feliz. Dava para ver a felicidade dela em seus olhos quando deu um vaso de presente à Lucas, pena que o vaso se quebrou, pois Lucas, como nunca foi bom goleiro deixou o vaso bater em sua cabeça e desmaiou.
Como eu estava sangrando muito, minha visão começou a se deteriorar, e fui caindo, caindo. E desmaiei.
Lucas conta: O Dia Depois de ante-ontem: Ontem parte 3
O Sol já batia em nossos rostos quando acordamos para nossa surpresa, no "Chevette 1975 plus"! Achei que tudo fora um sonho, até que a dor de cabeça me fez perceber que estava errado, olhamos para frente, vimos a ponte em construção bem na nossa frente, e o carro estava se movendo, olhamos para trás, vimos nossas mulheres, e meu primo Billy, empurrando o carro.
Eles com certeza não tinham reparado que estávamos lá dentro, ficamos desesperados, as portas estavam trancadas e eles não conseguiam nos ouvir de fora!
O carro começou a se inclinar e só tivemos tempo de gritar:
- FUDEUUU!
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sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Capitulo 2
João Conta: Caminhos certos levam ao lugar ERRADO
É... Passaram-se 2 meses desde o infeliz incidente do ônibus, eu e Lucas decidimos viajar, pois nosso patrão falou que precisávamos de férias, ainda me lembro quando nos disse com um largo sorriso:
- Estão despedidos!
Como o carro esporte de Lucas ainda estava com o pequeno probleminha no motor (Veja o capitulo 1), então fomos comprar um meio de transporte na loja mais importante da cidade, a "Carros usados do Joe".
Ao chegar lá, vimos que estávamos com sorte, haviam carros de todas os tamanhos, épocas e cores! claro, todos eles tinham uns detalhes cinzas na pintura, alguns chamam de ferrugem mas o vendedor disse que é uma nova tinta, e que está na ultima moda. Estávamos com sorte, logo achamos um carro melhor do que queríamos no mesmo preço, um lindo "Chevette 1975 plus"!
Pagamos o carro a vista, ele falou que o carro era tão bom que nem precisávamos de garantia, que ele funcionaria para sempre! Saímos da "Carros usados do Joe" comemorando nossa compra bem pensada, passamos num bar para tomar uma cervejinha, e fomos para casa.
Ao chegar em minha rua avistei algo monstruoso no céu, Lucas assustado disse:
- O que é aquilo? Um Pássaro? Um Avião?
- Não! É um saco de lixo vindo em nossa direção!
Tomados pelo desespero de ter nosso carro novo sujo desviamos nosso caminho para o unico lugar possível: a calçada, derrepente um grito:
- Ahhh! Mãe! Meu gatinhooo! Buuuuuuaaaaa!
Não sabíamos o que havia acontecido com o gatinho da menininha do 25, até por que tínhamos o visto agora mesmo na calçada e ele parecia feliz e gozar de plena saúde, mas isso não vinha ao caso. Olhamos para cima e reparamos que o saco de lixo estava vazio e não oferecia perigo algum, rimos de nos mesmos e voltamos a rua, mas, apesar de aparentemente inofensivo, o saco de lixo caiu no carro e tapou nossa visão, Lucas perdeu o controle do carro, e bateu num poste, o mesmo poste que havia levado seu carro esporte.
Era o segundo carro que o poste o tirava, e ele jurou vingança, compramos explosivos e na manhã seguinte, Lucas explodiu o poste, com duas conseqüências: Libertando o carro esporte descompactando milagrosamente seu motor do tamanho de uma noz, ao tamanho original, e deixando a rua inteira sem luz e telefone por tempo indeterminado.
Com o carro esporte de Lucas funfando novamente, arrumamos nossas malas e saímos para a nossa viajem, mas reparamos no meio do caminho que havíamos esquecido o mapa, resolvemos então com a perguntar para alguém no caminho, logo achamos um elemento que parecia ser de lá, com nossa experiência policial em interrogatórios fizemos o contato:
- Com licença, senhor, quando você passou aqui pela ultima vez?
- Por que o senhor quer saber disso?
- EU Faço as perguntas aqui engraçadinho! Onde você estava na noite de 21 de outubro de 1979??
- Eu nem era nascido nesse dia!
Eu estava começando a exagerar, então Lucas teve que me parar, pedir desculpas ao elemento, e saímos de perto dele, deveria haver um estabelecimento comercial onde pudéssemos pedir informações. Logo achamos um lugar que parecia amigável um bar chamado "kill you" não sabíamos o que seguinifica, mas sendo em ingles deveria ser chique, paramos e Lucas dessa vez perguntou:
- Amigo, diga-me como vou para Azerbaijão?
- Não sei camarada..
- A qual é você sabe sim! vamos lá
- Não sei cara...
- Ahh Po! Eu sei que você sabe
- Está bom, é para lá! primeira esquerda!
Fiquei impressionado com a habilidade de Lucas de tirar informações dos nativos do lugar.
Seguimos infinitamente para frente e subimos uma serra, ao chegar lá viramos à esquerda, e subimos mais um pouco até chegar a uma bifurcação, havia 2 placas: "Estrada nova" e "Estrada Velha" como no alto da boa vista, decidimos ir pela nova, deveria ser melhor.
A estrada era realmente boa, bem sinalizada, bonita, arborizada, e sem transito! Incrível, eu e Lucas riamos dos otários que passavam para a estrada velha. Mas Lucas se empolgou e pisou na tábua, fomos rapidíssimos, felizmente consegui ler a placa que dizia "Atenção ponte caída" antes de cairmos também, não deu para freiar, mas conseguimos pular do carro a tempo, e o vimos cair num abismo e explodir.
Voltamos para casa na canela mesmo, foram uns 85 Km, mas ao chegar em casa, já de madrugada, descobrimos que as chaves haviam ficado no carro esporte, e que minha mulher estava na casa da mãe pois, a rua sem luz, ela pode aguentar, mas sem telefone... É outra história.
To Be Continued..
É... Passaram-se 2 meses desde o infeliz incidente do ônibus, eu e Lucas decidimos viajar, pois nosso patrão falou que precisávamos de férias, ainda me lembro quando nos disse com um largo sorriso:
- Estão despedidos!
Como o carro esporte de Lucas ainda estava com o pequeno probleminha no motor (Veja o capitulo 1), então fomos comprar um meio de transporte na loja mais importante da cidade, a "Carros usados do Joe".
Ao chegar lá, vimos que estávamos com sorte, haviam carros de todas os tamanhos, épocas e cores! claro, todos eles tinham uns detalhes cinzas na pintura, alguns chamam de ferrugem mas o vendedor disse que é uma nova tinta, e que está na ultima moda. Estávamos com sorte, logo achamos um carro melhor do que queríamos no mesmo preço, um lindo "Chevette 1975 plus"!
Pagamos o carro a vista, ele falou que o carro era tão bom que nem precisávamos de garantia, que ele funcionaria para sempre! Saímos da "Carros usados do Joe" comemorando nossa compra bem pensada, passamos num bar para tomar uma cervejinha, e fomos para casa.
Ao chegar em minha rua avistei algo monstruoso no céu, Lucas assustado disse:
- O que é aquilo? Um Pássaro? Um Avião?
- Não! É um saco de lixo vindo em nossa direção!
Tomados pelo desespero de ter nosso carro novo sujo desviamos nosso caminho para o unico lugar possível: a calçada, derrepente um grito:
- Ahhh! Mãe! Meu gatinhooo! Buuuuuuaaaaa!
Não sabíamos o que havia acontecido com o gatinho da menininha do 25, até por que tínhamos o visto agora mesmo na calçada e ele parecia feliz e gozar de plena saúde, mas isso não vinha ao caso. Olhamos para cima e reparamos que o saco de lixo estava vazio e não oferecia perigo algum, rimos de nos mesmos e voltamos a rua, mas, apesar de aparentemente inofensivo, o saco de lixo caiu no carro e tapou nossa visão, Lucas perdeu o controle do carro, e bateu num poste, o mesmo poste que havia levado seu carro esporte.
Era o segundo carro que o poste o tirava, e ele jurou vingança, compramos explosivos e na manhã seguinte, Lucas explodiu o poste, com duas conseqüências: Libertando o carro esporte descompactando milagrosamente seu motor do tamanho de uma noz, ao tamanho original, e deixando a rua inteira sem luz e telefone por tempo indeterminado.
Com o carro esporte de Lucas funfando novamente, arrumamos nossas malas e saímos para a nossa viajem, mas reparamos no meio do caminho que havíamos esquecido o mapa, resolvemos então com a perguntar para alguém no caminho, logo achamos um elemento que parecia ser de lá, com nossa experiência policial em interrogatórios fizemos o contato:
- Com licença, senhor, quando você passou aqui pela ultima vez?
- Por que o senhor quer saber disso?
- EU Faço as perguntas aqui engraçadinho! Onde você estava na noite de 21 de outubro de 1979??
- Eu nem era nascido nesse dia!
Eu estava começando a exagerar, então Lucas teve que me parar, pedir desculpas ao elemento, e saímos de perto dele, deveria haver um estabelecimento comercial onde pudéssemos pedir informações. Logo achamos um lugar que parecia amigável um bar chamado "kill you" não sabíamos o que seguinifica, mas sendo em ingles deveria ser chique, paramos e Lucas dessa vez perguntou:
- Amigo, diga-me como vou para Azerbaijão?
- Não sei camarada..
- A qual é você sabe sim! vamos lá
- Não sei cara...
- Ahh Po! Eu sei que você sabe
- Está bom, é para lá! primeira esquerda!
Fiquei impressionado com a habilidade de Lucas de tirar informações dos nativos do lugar.
Seguimos infinitamente para frente e subimos uma serra, ao chegar lá viramos à esquerda, e subimos mais um pouco até chegar a uma bifurcação, havia 2 placas: "Estrada nova" e "Estrada Velha" como no alto da boa vista, decidimos ir pela nova, deveria ser melhor.
A estrada era realmente boa, bem sinalizada, bonita, arborizada, e sem transito! Incrível, eu e Lucas riamos dos otários que passavam para a estrada velha. Mas Lucas se empolgou e pisou na tábua, fomos rapidíssimos, felizmente consegui ler a placa que dizia "Atenção ponte caída" antes de cairmos também, não deu para freiar, mas conseguimos pular do carro a tempo, e o vimos cair num abismo e explodir.
Voltamos para casa na canela mesmo, foram uns 85 Km, mas ao chegar em casa, já de madrugada, descobrimos que as chaves haviam ficado no carro esporte, e que minha mulher estava na casa da mãe pois, a rua sem luz, ela pode aguentar, mas sem telefone... É outra história.
To Be Continued..
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Capitulo 1
Lucas Conta: Assalto ao ônibus
Era uma bela manhã de sol, estava indo a casa do João pega-lo para o trabalho na delegacia, no meu belo carro esporte, mas.. ao me aproximar da casa de meu amigo não vi o poste na calçada e dei uma porradinha de leve, meu carro esporte apenas teve um dano, motor foi compactado ao tamanho de uma noz, mas fora isso, estava semi-intacto, fora uns arranhões, mas isso não vem ao caso.
Como, incrivelmente, meu carro esporte não ligou mais, tivemos que arranjar um meio de transporte mais adequado a situação, um belo, grande, brilhoso, ônibus. Foi dificil decifrar a plaquinha que ficava no ponto, mas depois identificamos qual elemento deveríamos pegar, o popular 433.
Esperamos pacientemente a aparição do "Buzum", quando ele finalmente apareceu João havia pegado no sono, por isso não pode me acordar. Finalmente depois de 1 hora, consiguimos entrar no "433".
Ao chegar para pagar a passagem reparamos que, como sempre iamos de carro, nenhum dos dois tinha carteira na hora, então tivemos de impor nossa autoridade policial para entrar:
-Por favor cara, deixa a gente entrar se não perdemos o emprego!
Depois de mostrar nossa opinião, chorar um pouco, e a fila do ônibus chegar a ir para fora dele, uma boa alma decidiu pagar a passagem para nos, com muito bom humor:
-Ai Caralho! eu pago está merda! só deixa eu ir para o trabalho porra! se não EU que perco o emprego!
passamos pelo corpo circulatório perto do cobrador, a popular roleta, e ao adentrar o espaço dos passageiros, identificamos um elemento no mínimo suspeito no fim do ônibus, tínhamos que agir rápido, era pouco tempo que tínhamos até o trabalho, e o suspeito poderia ter uma faca, um porrete, uma espada ou uma bomba, ou qualquer outra coisa de poder parecido. Pricisavamos identifica-lo! Pensamos então: em sua carteira deveria haver documentação.
O plano estava pronto precisamos cerca-lo, João sentou de um lado, e eu do outro, ele estava no fundo do ônibus, não tinha como fugir, então pegamos sorrateiramente sua carteira, logo após isso, ele se levantou com a calma de um profissional, e nos com nossa calma policial apenas o observando pensando qual seria nosso próximo passo:
- João.. Vamos morreeeer!?
- Vamos!
Mas incrivelmente ele simplesmente saiu do ônibus, e eu e João chegamos a conclusão de que tínhamos... assaltado um CIVIL! dois policiais, isso era uma vergonha, mas agora era tarde de mais, tínhamos que nos livrarmos da prova, pegamos o isqueiro de João e desfarçadamente, tocamos fogo na carteira fingindo fazer uma macumba, "Ooo! uummm! Akatapum! Aiiiooo!", todos do ônibus ficaram com um pouco de medo de nos, mas isso não vem ao caso.
Ao chega à delegacia, agimos como se nada tivesse acontecido:
- João, Lucas, tenho um caso para vocês!
- Não sabemos de ônibus nem carteiras!
- Mas não é isso...
- Ah então tudo bem. Não foi a gente mesmo que roubou a carteira do sujeito no ônibus..
To be Continued
Era uma bela manhã de sol, estava indo a casa do João pega-lo para o trabalho na delegacia, no meu belo carro esporte, mas.. ao me aproximar da casa de meu amigo não vi o poste na calçada e dei uma porradinha de leve, meu carro esporte apenas teve um dano, motor foi compactado ao tamanho de uma noz, mas fora isso, estava semi-intacto, fora uns arranhões, mas isso não vem ao caso.
Como, incrivelmente, meu carro esporte não ligou mais, tivemos que arranjar um meio de transporte mais adequado a situação, um belo, grande, brilhoso, ônibus. Foi dificil decifrar a plaquinha que ficava no ponto, mas depois identificamos qual elemento deveríamos pegar, o popular 433.
Esperamos pacientemente a aparição do "Buzum", quando ele finalmente apareceu João havia pegado no sono, por isso não pode me acordar. Finalmente depois de 1 hora, consiguimos entrar no "433".
Ao chegar para pagar a passagem reparamos que, como sempre iamos de carro, nenhum dos dois tinha carteira na hora, então tivemos de impor nossa autoridade policial para entrar:
-Por favor cara, deixa a gente entrar se não perdemos o emprego!
Depois de mostrar nossa opinião, chorar um pouco, e a fila do ônibus chegar a ir para fora dele, uma boa alma decidiu pagar a passagem para nos, com muito bom humor:
-Ai Caralho! eu pago está merda! só deixa eu ir para o trabalho porra! se não EU que perco o emprego!
passamos pelo corpo circulatório perto do cobrador, a popular roleta, e ao adentrar o espaço dos passageiros, identificamos um elemento no mínimo suspeito no fim do ônibus, tínhamos que agir rápido, era pouco tempo que tínhamos até o trabalho, e o suspeito poderia ter uma faca, um porrete, uma espada ou uma bomba, ou qualquer outra coisa de poder parecido. Pricisavamos identifica-lo! Pensamos então: em sua carteira deveria haver documentação.
O plano estava pronto precisamos cerca-lo, João sentou de um lado, e eu do outro, ele estava no fundo do ônibus, não tinha como fugir, então pegamos sorrateiramente sua carteira, logo após isso, ele se levantou com a calma de um profissional, e nos com nossa calma policial apenas o observando pensando qual seria nosso próximo passo:
- João.. Vamos morreeeer!?
- Vamos!
Mas incrivelmente ele simplesmente saiu do ônibus, e eu e João chegamos a conclusão de que tínhamos... assaltado um CIVIL! dois policiais, isso era uma vergonha, mas agora era tarde de mais, tínhamos que nos livrarmos da prova, pegamos o isqueiro de João e desfarçadamente, tocamos fogo na carteira fingindo fazer uma macumba, "Ooo! uummm! Akatapum! Aiiiooo!", todos do ônibus ficaram com um pouco de medo de nos, mas isso não vem ao caso.
Ao chega à delegacia, agimos como se nada tivesse acontecido:
- João, Lucas, tenho um caso para vocês!
- Não sabemos de ônibus nem carteiras!
- Mas não é isso...
- Ah então tudo bem. Não foi a gente mesmo que roubou a carteira do sujeito no ônibus..
To be Continued
Introdução!
Esse blog é pra contar a historia de 2 Policiais (ou ex-policiais)
Como uma novela! Em capítulos! Esperemos que se divirtam!
A historia será contada pelos "próprios" Policiais ^^
Personagens:
Lucas
João
Tipo Comédia
Todos os direitos reservados aos autores!
Como uma novela! Em capítulos! Esperemos que se divirtam!
A historia será contada pelos "próprios" Policiais ^^
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