João Conta: Um programa de índio
Por motivos semi-óbvios Lucas não poderá contar sua versão das historias, bom pelo menos não com Luiza, a irmã de Bob por perto.
No dia seguinte, resolvemos ir a praia, Lucas, queria ir, provavelmente para ver Luiza, mas ao sair do quarto deu de cara com Bob de Sunguinha, ele disse que perdera a vontade de ir, já que os olhos tinham misteriosamente inflamado.
Fomos então: Eu, Bob e Luiza, chegando lá, reparei que não seria como nas vezes anteriores que havia ido à praia, aparentemente todos tinham medo de Bob, e achar lugar para ficar foi fácil, a desvantagem era que os vendedores também tinham medo, e iria ser maior aperto ficar sem nada para comer.
Ninguém entrava na água... Não sei por que, acho que por estar preocupada com Lucas, Luiza não me avisou para olhar uma placa avisando que ali era território de caça de grandes tubarões brancos.
Estava me divertindo pegando uns "Jacarés". Estava tudo muito divertido, até uma grande sombra aparecer em baixo d'gua, um Tubarão branco gigante de 6.50 Metros, Estava morto, fudeu, era meu fim, cabou... o Tubarão olhou para mim e riu {Acho que foi Ilusão} Mas ao voltar para água ele foi atigindo por outra sombra gigante, agora tinha ferrado eram dois, mas para minha felicidade, vi que a segunda sombra era na verdade Bob, que tinha pego o tubarão com a boca.
Fiquei impressionado com as habilidades de pescaria de Bob, só perdia para meu avô... Ao contar isso para Lucas, tivemos que marcar uma pescaria depois que o braço de Lucas sarasse.
Luiza, como era rica, patrocinou uma viagem para a Amazônia, ouvimos dizer de um rio lá que tem muitos peixes, mas ela e Bob não puderam ir, pois 3 semanas depois, o braço de Lucas já estava sarado, e a mãe deles doente...
Fomos somente eu e Lucas, como nos velhos tempos! Mas como nos velhos tempos, pegamos o avião errado e fomos para os EUA. No meio do Vôo vimos que o avião estava indo em direção de um prédio altíssimo, era um show de acrobatas! Sorte grande!
Mas estávamos errados, eles erraram o número, nos batemos, por sorte eu e Lucas conseguimos pular com duas criancinhas pela janela antes da explosão chegar a nos, mas como não tínhamos quatro para-quedas, tivemos que fazer o que era certo, deixamos elas caírem, só tínhamos dois, não podíamos nos sentir culpados.
Voltamos ao aeroporto, mas estava um caos, parecia que havia acontecido um ataque terrorista, e os dois principais suspeitos eram brasileiros tinham feito a barbaridade de jogar duas criancinhas pela janela e escapar com vida! Esses canalhas só envergonham a nação...
Quando tentamos embarcar no avião para a Amazônia, mas o homem disse:
- Stop!!
Falamos:
- Desculpa, mim, não, falar, fran-ce-e-s
Derrepente vários seguranças nos cercaram e tivemos que usar a nossa habilidade Kung-fu, usamos nossa técnica mais eficaz para a hora: A Corrida. Por sorte, escapamos com vida, e vimos nosso amigo, Tostes que era piloto perto de um jatinho executivo, pedimos socorro à ele, que parecia um pouco bêbado, mas isso não vinha ao caso, entramos no jatinho e fugimos dos americanos loucos.
Ao chegar em territorio brasileiro demos de cara com os temidos "Piratas do Ar", vimos os canhões saindo dos cascos dos aviões deles, e eles abriram fogo, mas graças as habilidades de esquiva de Tostes, esquivamos de quase todas as balas, menos de duas, uma acertou a asa direita, a outra a esquerda, resumindo, fomos abatidos.
Por sorte caímos em território indígena, onde vimos nossa antiga amiga de Colégio, Úrsula, que ao parecer, não tinha tido sucesso na vida na cidade, e viera para as aldeias nos confins da Amazônia, adquirira uma nova identidade: Cogumelo. Mas os índios não simpatizavam muito com ela, pois era da cidade.
Graças à ela pudemos ficar na tribo até pensar no que fazer. Bom, primeiramente estava claro, iríamos pescar no dia seguinte, Úrsula seria guia em nossa aventura, e Tostes ficaria se recuperando do acidente na aldeia.
To Be Continued
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
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