Lucas conta: Corrida pela vida, Comida para morte
Era um dia quente, Luiza ainda não havia me perdoado totalmente, e nos estávamos vendo TV, quero dizer, quase todos, Mazza estava num conflito interno, metade dele queria ver o triplo-especial-porno, a outra metade queria fazer a dança da chuva para acabar com o calor excessivo e o aroma de hormônio masculino do ar.
Entre-mentes, Cogumelo fez Mazza trocar de roupa, tivemos que agradecer à ela por isso, o espírito de Cogumelo, não só fazia um bem para o cheiro de Mazza quanto para seu corpo e saúde, passamos a economizar no preço da comida depois que Mazza passou a fazer fotossintese, e o controle do tempo também era legal, agora Mazza tinha uma função na casa, mas se Cogu fazia esse bem todo à Mazza, fazia o contrario com sua aparência Mazza, que já não era bonito, agora tinha pequenos cogumelos nascendo pelo corpo, e no lugar de cabelos folhas, e começamos à achar que a clorofila não fazia bem ao bronze de sua pele, agora verde...
Mas, como nem tudo na nossa vida são flores, o Poste continuava fazendo novas vitimas, e já fazia uma coleção de veículos, mortos e feridos algo tinha que para-lo, mas eu estava ocupado de mais, Bob havia viajado, e era a chance de me desculpar com Luiza, corri para lá, péssima idéia, dei de cara no poste, mas nada que abalasse a força de meu amor, ou tesão.
João, veio me ajudar, e fomos juntos ao prédio de Luiza, reparamos ao entrar no prédio, que não havia outros moradores, e que ela tinha um prédio inteiro SÓ PARA ELA!
Bem, exageros a parte, chegamos à cobertura, não importava a porta que batêssemos, já que estavam interligadas formando uma cobertura gigantesca, entramos, João ficou na cozinha, e eu fui até o quarto de Luiza, olhei-a nos olhos não pude deixar de ver que ela ficou vermelha... E Então...
X³
João Conta: Comida pela morte parte 2
"Será que devo avisar ao Lucas que Bob já voltou e queria jogar sinuca com a gente? ah... ele tá muito ocupado agora..."
foi o que pensei, até ouvir um grito de Terror:
"AIii"
Lucas conta: Corrida Pela Vida Parte 3
Estava eu, lá no bem e bom, mas... a vida, essa sim é uma caixinha de surpresas, e Bob saiu Nu, do banheiro, ele tinha tomado banho e falou:
- Ae Lucas....
Com uma expressão ameaçadora, e uma aura assassina em volta de seu corpo, gritei desesperado, e corri, vesti as calças em tempo recorde, e peguei o elevador, mas era tarde de mais, toda a minha vantagem de iniciativa fora tomada pelos passos largos de Bob, e pelo fato dele não precisar abrir portas, fiquei aterrorizado ao ver a parede caindo, quando peguei o elevador.
Achei que estava salvo, doce inocência, vi as mãos de Bob abrindo o elevador, que felizmente desceu, mas provando novamente seu animalismo, Bob, pulou no teto do elevador, destroçou o teto e sua fúria insana, parei o elevador na emergência e sai em qualquer andar, e subi pela escada, visando despista-lo, mas me esqueci do faro aguçado de Bob, que viu que eu tinha ido para cima, e com apenas um salto chegou ao andar em que eu estava.
Corri até o "teto" do prédio, e fui encurralado. "Lucas" rugia Bob, tomei a única decisão sensata no momento, e pulei do prédio, para amortecer minha queda fui batendo nos aparelhos de ar-condicionado, quase morri, mas pelo menos Bob estava a 30 andares de distancia, corri, escalei o muro, e sai pela rua, mas novamente o poder de Bob me impressionou, ele não só pulou lá de cima, como destruiu o muro de puro concreto.
Sai correndo pelas ruas movimentadas, até que aparentemente, estava seguro num beque, mas, explosões e um ônibus voando me mostraram que Bob estava por perto. fui até o porto da cidade e comprei uma lancha, e parti ao mar, Bob não poderia alcançar uma lancha fora da terra que era seu habitat natural.
Estava ultrapassando o limite da lancha e Bob atrás de mim, não se cansava, era um verdadeiro monstro, passaram-se 2 horas e eu cheguei à uma ilha deserta, não havia esperanças, Bob chegou a ilha, e começou a farejar, felizmente, seu faro não estava tão aguçado, por causa do sal da água.
Derrepente uma luz veio me salvar, um homem forte, e famoso olhou para mim, e eu disse:
- Quem é você amigão?
- Sou David Coperfield (Vide Bob Esponja: O Filme) e você?
- Sou Lucas, precisa me ajudar, você nada muito bem não?
- Sim, precisa de carona?
- É
Fiquei espantado ao ver que Bob, não era o unico ser humano que conseguia nadar mais rápido que uma lancha, mas logo vi que David, não era pario para Bob, que quando me viu, em vez de nadar, passou a puxar a água, e bebe-la, com medo da água do oceano acabar, rezei a Deus para parar Bob, derrepente o céu escureceu, e um raio, maior do que todos que já haviam caido na terra, veio em direção à Bob, por um instante fugaz, vi o motivo da extinção dos dinossauros caindo de novo na terra, mas contrariando todas as leis da natureza, Bob segurou o raio, o entortou, e o raio voltou aos céus, aconteceu uma grande explosão, e um velho caiu, era muito velho, tinha cabelos e barba muito longos e brancos, como seu manto, agora em chamas, girando e se espatifou no mar, vi que não apenas caminhava nas águas, mas para Deus a água era sólida, mas então me veio a constatação: Bob matara Deus.
Bob puxara muita água, e a perna de David fora amputada pela pressão, David soltou um urro de dor:
- Puta merda!
E perdeu a direção e explodiu numa pequena ilha vulcânica, Bob saiu da água mais ameaçador do que nunca, corri, corri, corri. E ao chegar aos pés do Vulcão, subi, subi, subi, e Bob atrás, atrás, atrás.
Chegando lá em cima, era morrer na lava, ou morrer nas mãos de Bob, bom, com o Bob a morte era instantânea, eu sofria menos, mas iria morrer lutando como homem:
Me ajuelhei e gritei:
- O QUE VOCÊ QUER DE MIM???
Comecei a chorar, Bob apenas olhou deu um sorriso, um passo a frente e disse:
- Apenas dizer...
To Be Continued
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário