João Conta: De volta ao Passado
Dormimos na casa de Leet naquela noite. No dia seguinte procuramos saber onde era o laboratório de Erika, quando por fim descobrimos, já era tarde e resolvemos passar mais uma noite lá, Tostes parecia muito feliz com seu braço no lugar, embora estivesse trabalhando como um condenado para nosso conforto.
No dia seguinte [2] fomos até o Lab. de Erika, chegando lá, Erika nos recebeu muito bem, e concordou em nos ajudar desde que déssemos uma parte de Mazza para pesquisa. Concordamos na hora, e pensamos três vezes se não deveríamos matar Mazza, e torna-lo em uma árvore de frutos infinitos e abrir um Hortifruit, por fim decidimos que a vida de nosso amigo era mais importante, também, ele só dava 1 fruta por dia, e não iríamos lucrar muito...
E Erika nos mostrou uma incrível maquina removedora-de-espíritos-invasores, ficamos realmente impressionados, mais ainda quando descobrimos que a Maquina funcionava a pilha, e o mais incrível, não tinha pilhas lá na hora.
- Droga! onde deixei as pilhas? - disse Erika - Ai Ai Ai, Não consigo me lembrar... Lucas, João, vocês poderiam usar minha máquina do Tempo e ver onde deixei as pilhas?
- Claro ué - respondi
Quando estávamos entrando na máquina Erika advertiu:
- Em hipótese alguma mudem o passado... isso mudara o futuro drasticamente.
-Ok!
De repente um raio nos cortou. E Lucas caiu na alavanca passando de "30 minutes" para "15 years" Ao cair do lado de Erika na rua do colégio, percebemos que poderíamos acabar com tudo de mal que nos acontecera, mas Erika do futuro não deixaria, então, decidimos perguntar para Erika do passado se ela sabia operar a maquina.
-Erika! Venha cá filha...
Mas Erika ao ver nos, se assustou e saiu correndo percebemos que não estavamos jovens, e Erika não nos reconhecera, resolvemos correr atrás dela para explicar a situação. Ao ver nos correndo atrás dela, Erika ficou mais desesperada e entrou numa ruela, onde eu sabia, que havia uma gangue punk, que nos espancou, e Erika ficou muito agradecida, e começou a conversar com um dos membros.
De repente entramos no tunél do tempo de novo, e vimos uma guerra que em nossa historia nunca chegou a ocorrer, a guerra pela água, pois Erika inventara a água em laboratório, caímos no meio do exercito Brasileiro, vimos Tostes, piloto, correndo desesperadamente para seu avião, ainda inteiro, mas um tiro atravessou sua cabeça e ele morreu.
Perguntamos a um dos soldados:
- Amigo, o que aconteceu com Erika? Ela não inventou água em laboratório?
- Hahaha, isso é uma boa piada amigo, eu sei quem você é, João, estudamos juntos, Mazzarella, lembra? Se aquela Ganguester tivesse inventado água em laboratório... eu teria conhecido Chester... mas por causa da guerra ele morreu... por isso me alistei. Argh!!
Nesse momento um míssil atingiu mazza sobrando apenas o braço de nosso amigo. Percebemos então o que tínhamos feito. Erika inventara a água em laboratório no 1º Ano do ensino médio, quando Mazza iria conhecer Chester, nos tínhamos feito ela sair do caminho do susseço e se unir a uma gangue punk iniciando a guerra, e matando milhares de pessoas, nossos amigos e familiares, mas é... não adianta chorar o leite derramado.
Tínhamos que encontrar Erika, que era foragida da justiça por roubo de carros, assalto a mão armada e homicídio. É seria fácil.
-João! - Disse Lucas - nos já fizemos a merda! podemos consertar algo!
- O que? - perguntei
- Podemos... evitar a construção do Poste...
- Lucas, o mundo acabando, e você preocupado com um objeto inanimado?
De repente, um cara que mais parecia o Rambo passou na nossa frente, era... Bob em sua adolescência!
- Não vou deixar levarem a água do meu país!! UAHHHHHHH!
Correu, imponente aos tiros e mísseis e matou todos do exército oposto.
- Caraca! é muito bom ter Bob conosco! - disse Jorge
- Jorge!!
- João! Lucas!? Mas vocês morreram à três anos!
Percebemos então que a merda que fizemos era maior do que previmos, a morte dos outros é uma coisa, a nossa é outra, e até Lucas concordou que achar Erika o mais rápido possível e voltar ao presente era prioridade máxima.
- Po! A gente? que nada...
- João... eu fui no enterro do que sobrou de vocês..
- ahh.. é?
Bom, pelo menos, não precisávamos temer sermos mortos pela homicida psicopata que procurávamos, estávamos mortos mesmo.
TO BE CONTINUED
domingo, 30 de setembro de 2007
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