sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Capitulo 2

João Conta: Caminhos certos levam ao lugar ERRADO

É... Passaram-se 2 meses desde o infeliz incidente do ônibus, eu e Lucas decidimos viajar, pois nosso patrão falou que precisávamos de férias, ainda me lembro quando nos disse com um largo sorriso:
- Estão despedidos!

Como o carro esporte de Lucas ainda estava com o pequeno probleminha no motor (Veja o capitulo 1), então fomos comprar um meio de transporte na loja mais importante da cidade, a "Carros usados do Joe".
Ao chegar lá, vimos que estávamos com sorte, haviam carros de todas os tamanhos, épocas e cores! claro, todos eles tinham uns detalhes cinzas na pintura, alguns chamam de ferrugem mas o vendedor disse que é uma nova tinta, e que está na ultima moda. Estávamos com sorte, logo achamos um carro melhor do que queríamos no mesmo preço, um lindo "Chevette 1975 plus"!
Pagamos o carro a vista, ele falou que o carro era tão bom que nem precisávamos de garantia, que ele funcionaria para sempre! Saímos da "Carros usados do Joe" comemorando nossa compra bem pensada, passamos num bar para tomar uma cervejinha, e fomos para casa.
Ao chegar em minha rua avistei algo monstruoso no céu, Lucas assustado disse:
- O que é aquilo? Um Pássaro? Um Avião?
- Não! É um saco de lixo vindo em nossa direção!
Tomados pelo desespero de ter nosso carro novo sujo desviamos nosso caminho para o unico lugar possível: a calçada, derrepente um grito:
- Ahhh! Mãe! Meu gatinhooo! Buuuuuuaaaaa!
Não sabíamos o que havia acontecido com o gatinho da menininha do 25, até por que tínhamos o visto agora mesmo na calçada e ele parecia feliz e gozar de plena saúde, mas isso não vinha ao caso. Olhamos para cima e reparamos que o saco de lixo estava vazio e não oferecia perigo algum, rimos de nos mesmos e voltamos a rua, mas, apesar de aparentemente inofensivo, o saco de lixo caiu no carro e tapou nossa visão, Lucas perdeu o controle do carro, e bateu num poste, o mesmo poste que havia levado seu carro esporte.
Era o segundo carro que o poste o tirava, e ele jurou vingança, compramos explosivos e na manhã seguinte, Lucas explodiu o poste, com duas conseqüências: Libertando o carro esporte descompactando milagrosamente seu motor do tamanho de uma noz, ao tamanho original, e deixando a rua inteira sem luz e telefone por tempo indeterminado.
Com o carro esporte de Lucas funfando novamente, arrumamos nossas malas e saímos para a nossa viajem, mas reparamos no meio do caminho que havíamos esquecido o mapa, resolvemos então com a perguntar para alguém no caminho, logo achamos um elemento que parecia ser de lá, com nossa experiência policial em interrogatórios fizemos o contato:
- Com licença, senhor, quando você passou aqui pela ultima vez?
- Por que o senhor quer saber disso?
- EU Faço as perguntas aqui engraçadinho! Onde você estava na noite de 21 de outubro de 1979??
- Eu nem era nascido nesse dia!
Eu estava começando a exagerar, então Lucas teve que me parar, pedir desculpas ao elemento, e saímos de perto dele, deveria haver um estabelecimento comercial onde pudéssemos pedir informações. Logo achamos um lugar que parecia amigável um bar chamado "kill you" não sabíamos o que seguinifica, mas sendo em ingles deveria ser chique, paramos e Lucas dessa vez perguntou:
- Amigo, diga-me como vou para Azerbaijão?
- Não sei camarada..
- A qual é você sabe sim! vamos lá
- Não sei cara...
- Ahh Po! Eu sei que você sabe
- Está bom, é para lá! primeira esquerda!
Fiquei impressionado com a habilidade de Lucas de tirar informações dos nativos do lugar.
Seguimos infinitamente para frente e subimos uma serra, ao chegar lá viramos à esquerda, e subimos mais um pouco até chegar a uma bifurcação, havia 2 placas: "Estrada nova" e "Estrada Velha" como no alto da boa vista, decidimos ir pela nova, deveria ser melhor.
A estrada era realmente boa, bem sinalizada, bonita, arborizada, e sem transito! Incrível, eu e Lucas riamos dos otários que passavam para a estrada velha. Mas Lucas se empolgou e pisou na tábua, fomos rapidíssimos, felizmente consegui ler a placa que dizia "Atenção ponte caída" antes de cairmos também, não deu para freiar, mas conseguimos pular do carro a tempo, e o vimos cair num abismo e explodir.
Voltamos para casa na canela mesmo, foram uns 85 Km, mas ao chegar em casa, já de madrugada, descobrimos que as chaves haviam ficado no carro esporte, e que minha mulher estava na casa da mãe pois, a rua sem luz, ela pode aguentar, mas sem telefone... É outra história.

To Be Continued..

Um comentário:

Leonardo disse...

Hahaha...

Esse ta meio confuso... mas ta foda tb...